Paulo Pimenta: Estadão fez “denúncia torpe” contra filho de Lula

"Esta denúncia faz parte da campanha sistemática que a mídia vem fazendo para atingir o ex-presidente Lula, temendo que se candidate a presidente em 2018", criticou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que lembra que "a MP em questão foi editada e votada em 2009" e "a empresa do filho do ex-presidente Lula foi criada em 2011 e só em 2015 teve contrato com a empresa que também teve montadoras em sua carteira de clientes"; "Não há qualquer relação direta entre uma coisa e outra", ressalta

"Esta denúncia faz parte da campanha sistemática que a mídia vem fazendo para atingir o ex-presidente Lula, temendo que se candidate a presidente em 2018", criticou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que lembra que "a MP em questão foi editada e votada em 2009" e "a empresa do filho do ex-presidente Lula foi criada em 2011 e só em 2015 teve contrato com a empresa que também teve montadoras em sua carteira de clientes"; "Não há qualquer relação direta entre uma coisa e outra", ressalta
"Esta denúncia faz parte da campanha sistemática que a mídia vem fazendo para atingir o ex-presidente Lula, temendo que se candidate a presidente em 2018", criticou o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que lembra que "a MP em questão foi editada e votada em 2009" e "a empresa do filho do ex-presidente Lula foi criada em 2011 e só em 2015 teve contrato com a empresa que também teve montadoras em sua carteira de clientes"; "Não há qualquer relação direta entre uma coisa e outra", ressalta (Foto: Tereza Cruvinel)


Luiz Claudio Lula da Silva, um dos filhos do ex-presidente Lula, vai processar o Estadão pela matéria publicada ontem, com assinaturas de Andreza Matais e Fabio Fabrini, sugerindo que ele tenha participado de suposto esquema de propina para obter a edição da MP 471 no governo de seu pai.  O deputado Paulo Pimenta (PT-SP) qualifica a denúncia de “torpe e propositalmente equivocada”.

- Esta denúncia faz parte da campanha sistemática que a mídia vem fazendo para atingir o ex-presidente Lula, temendo que se candidate a presidente em 2018. A MP em questão foi editada e votada em 2009. A empresa do filho do ex-presidente Lula foi criada em 2011 e só em 2015 teve contrato com a empresa que também teve montadoras em sua carteira de clientes. Não há qualquer relação direta entre uma coisa e outra. Só a obsessão em criminalizar, macular e espezinhar o ex-presidente Lula explica uma distorção tão torpe – disse o deputado ontem na Câmara.

A matéria do Estadão, com base em e-mails trocados por supostos envolvidos no esquema, afirma que a MP foi “comprada” por montadoras interessadas na prorrogação da isenção de IPI para as que estavam instaladas na região Centro-Oeste, como Ford, Mitsubishi e Caoa. A isenção, articulada pelo falecido senador Antonio Carlos Magalhães quando atraiu a Ford para a Bahia, expiraria em 2010. Foi prorrogada por Lula mais cinco anos e, salvo nova prorrogação, será extinta este ano. Governadores tucanos, como Marcone Perilo, também tiveram interesse nele para atrair investimentos.

- Lobbies sempre são feitos pelas empresas em defesa de seus interesses. Uma coisa é o lobby legal, outra a corrupção, com pagamento de propina. Esta MP prorrogou uma isenção apoiada por PSDB e DEM e teve como relator o deputado José Carlos Aleluia, do DEM, além do apoio de outras figuras da oposição. E eu não vi, na matéria, qualquer insinuação de que eles tenham sido também “comprados” para votar a favor. A MP só foi editada e foi votada porque garantiu investimentos para estados menos favorecidos, promovendo maior equidade regional – acrescenta Pimenta.

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