Pesadelo

Jair Bosonaro e os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Eduardo Pazuello (Saúde) e Milton Ribeiro (Educação)
Jair Bosonaro e os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Ricardo Salles (Meio Ambiente), Eduardo Pazuello (Saúde) e Milton Ribeiro (Educação) (Foto: Agência Brasil)


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Os escândalos são inúmeros. Na verdade, incontáveis, desde que esse sujeito desqualificado, um dos piores brasileiros da história do Brasil (muitos creem que é o pior), assumiu cadeira, primeiramente, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em 1989, quando assumiu mandato de vereador, porque exercer de fato as suas responsabilidades como parlamentar, que tem a obrigação de pelo menos lutar para melhorar a qualidade de vida das pessoas ou da sociedade, esse indivíduo odiento e arruaceiro, vil e violento, bem como desprovido de educação e civilidade, sensatez e inteligência, jamais exerceu ou cumpriu com suas obrigações parlamentares honradamente, assim como também sempre se comportou como um tirano de terceiro mundo à espera de um dia alastrar seus tentáculos letais pelo Brasil.

E deu no que deu: tragédia! Como todos nós sabemos, realmente jamais poderia dar certo um tenente reformado no posto de capitão e expulso do Exército por insubordinação e graves ameaças — como explodir bombas em prédio do Rio previamente escolhidos—, tornar-se presidente da República, já que como vereador não serviu para nada ou coisa alguma, bem como deputado federal inoperante, que teve atuação bem abaixo do que é medíocre, mesmo a ser integrante do baixo clero, que passou 28 anos apenas a receber salários e se aproveitar das benesses propiciadas pelo Legislativo federal, ou seja, pelo Estado nacional.

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Trata-se do setor público que por toda a vida o ogro fascista e seus filhos tão perversos como ele se beneficiaram e mamaram como nunca nas tetas fartas do Estado, sendo que até hoje os contribuintes brasileiros sustentam esses tipos de pessoas, que, na maior hipocrisia, cinismo e desfaçatez, autodenominam-se privatistas e defensores da iniciativa privada, só que sempre a ocupar cargos públicos por todas suas vidas improdutivas, relapsas, irresponsáveis e preguiçosas, o que denota a vocação desse sujeito desclassificado para a exploração e a rapinagem.  

Metido a valentão (chegou a dizer em entrevista que é de infantaria (paraquedista) e por isto homem “treinado para matar”, mas quando foi assaltado em 1995 na cidade do Rio de Janeiro entregou sua moto, a pistola e tudo o mais sem reagir e pestanejar), mas a verdade é que Bolsonaro não passa de um fanfarrão, que comete tiranias contra os mais fracos quando está no poder e sabe que é protegido por seguranças armados até os dentes.

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Tal indivíduo de péssimos predicados resolveu a dois dias do fim do seu mandato, “corajosamente”, fugir do Brasil para os Estados Unidos, país de sua predileção e paixão, como o é também da deletéria e escravocrata burguesia brasileira, que conta com o apoio da lobotomizada classe média, aquela que sequestrou a camisa amarela da Seleção Brasileira, como o fez também com diversos símbolos nacionais, além de ser considerada como sua idiota predileta e portadora de um inenarrável complexo de vira-lata e de racismo, que remonta sua lamentável história de servidão aos interesses dos ricos e muito ricos.

Além de ter batido continência ridiculamente à bandeira yankee, a demonstrar toda sua subalternidade, leviandade e subserviência dignas de um lacaio mentalmente e culturalmente subdesenvolvido e colonizado, o político sociopata no fim de seu infame mandato resolveu, volto a ressaltar, fugir do Brasil em um avião da FAB, por ter medo de ser preso. Bolsonaro se vale do patrimônio estatal, a gastar alta quantia em dinheiro público, como se essa fuga fosse impedir que ele possa pagar no futuro pelos seus incontáveis crimes, inúmeros deles gravíssimos,  porque se trata de um criminoso que chegou à Presidência mediante a um golpe de estado, a prisão política e injusta de Lula, assim como ocupou o espaço que era do PSDB, que se aventurou vergonhosamente em um golpe de estado e, com efeito, desmoralizou-se politicamente e eleitoralmente.

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Os políticos tucanos entraram pelo cano e por isso “deram com os burros n’água” ao pensar que seriam beneficiados com o golpe que criminosamente apoiaram, a serem um dos protagonistas do consórcio golpista de direita (imprensa de mercado, MPF, STF, PF, FFAA) Congresso e grande empresariado) pelas mãos do playboy, Aécio Neves. Quando o PSDB percebeu o grave erro que cometeu, assim como verificou que o golpismo permitiu que a extrema direita ocupasse seu espaço com chances reais de conquistar o poder central, parte dos tucano desceram do bonde golpista, porém, a outra parte se tornou antropofágica, auto imolando-se, a transformar o poderoso PSDB em um pequeno partido e sem chances reais de vencer eleições majoritárias, principalmente as realizadas em âmbito nacional.

Contudo, e em contrapartida, esse processo draconiano favoreceu a extrema direita, que engoliu o Partido da Social Democracia Brasileira, que cooperava para moderar as razões e interesses extremistas e, por sua vez, proteger a democracia e o estado de direito. Os radicais de direita começaram a ocupar o espaço das lideranças do PSDB, que foram engolidas pelo golpismo em busca de derrotar o Partido dos Trabalhadores, que venceu legalmente e democratiamente quatro eleições presidenciais consecutivas.

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Entretanto, o protofascista Jair Bolsonaro e sua turma de delinquentes sem projetos e programas para o País, que arrasaram a economia do Brasil, predaram e pilharam o estado brasileiro, destruíram florestas, desmontaram o conjunto de direitos sociais, trabalhistas e previdenciários, bem como efetivaram uma política de lesa-pátria em todos os segmentos e setores da vida pública e privada, além de isolarem o Brasil, que se tornou um pária global, sentiu-se cada vez mais à vontade e, no poder, são os responsáveis maiores pelas quase 700 mil mortes por covid-19, que levou o luto a milhares de famílias brasileiras.

As novas realidades impuseram à Nação o líder fascista, que implementou um neoliberalismo altamente selvagem e promovido por um desgoverno militar apoiado pelo lumpesinato, ou seja, o que de mais vil existe na classe média, nos grupos religiosos, no empresariado, nas cúpulas do serviço público e até mesmo nas classes populares, quando vi e convivi com pessoas pobres e terrivelmente reacionárias de pensamentos preconceituosos e violentos.

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A verdade é que foi um choque perante uma realidade a qual não tinha até então me deparado, ao ponto de me indagar de onde saíram essas pessoas ou se elas sempre estiveram presentes, mas se ausentavam quanto às suas opiniões e ações no decorrer de décadas, principalmente a partir da redemocratização do Brasil (aconteceram eleições em 1982, 1985, 1988 e 1989) por toda a década de 1980.

Bolsonaro, sem sombra de dúvida, é uma ode à incompetentes, porque tal fariseu é inapto e inconsequente, irresponsável e preconceituoso, militarista e armamentista, inepto e destrambelhado, violento e louco de pedra, como comprovou inúmeras vezes, apesar de ter discernimento quando a questão se resume a proteger seus filhos de graves erros e a si próprio quando se trata, por exemplo, de fugir do País ou fingir nada saber sobre as joias sauditas, que, de acordo com autoridades e a imprensa, podem ser o pagamento em forma de propina pela privatização da refinaria Landulfo Alves. Afinal, nunca se viu um governo estrangeiro dar presentes a casais presidenciais da monta de R$ 20,5 milhões, valor de uma megasena, a soma dos dois presentes “oferecidos” pelos árabes.

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Trata-se de um caso cabuloso, um verdadeiro escândalo com “E” maiúsculo, que, obrigatoriamente, deverá ser investigado, espero que de forma severa e transparente, pois o Bolsonaro, segundo os militares de várias graduações que fizeram vergonhosamente os papéis de “mulas”, esforçou-se para recuperar as joias confiscadas pela Receita Federal até os últimos dias de seu tenebroso e fatídico desgoverno, como demonstram inúmeras imagens e gravações que correm de forma ampla pelas redes sociais e pela imprensa de mercado e familiar.  

As alegações e desconfianças são de que, volto a destacar, que as joias podem estar ligadas diretamente à privatização da refinaria que pertencia à Petrobras, sendo que a primeira coisa que fez ao ser privatizada foi aumentar os preços dos combustíveis acima dos valores que são praticados pelo mercado. É mole ou quer mais, cara pálida? Por isso e muito mais considero ser o Bozo diabólico o fascista perverso que tripudiou contra a Nação brasileira em suas satânicas palavras e atos deletérios, bem como ele fez da covardia e da infâmia seu método de governar ou desgovernar, de maneira a desconstruir o que a Nação construiu em todos os sentidos durante séculos, por meio de inúmeras gerações.

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Bolsonaro é um indivíduo reles e perverso, pois totalmente vazio de sentimento nobre e de empatia pelo próximo. Ele jamais se preocupou com os que estão na base da sociedade, os que realmente trabalham pesadamente, a sofrerem intermináveis agruras sedimentadas pelos obstáculos da vida, que impedem o acesso de grande contingente das pessoas brasileiras a bens não negociáveis, como casa, comida, infraestrutura urbana e saneamento básico, além de processos humanos importantes exemplificados em saúde, educação, cultura, esportes e lazer.

Esse ser diabólico e promovedor de dores indescritíveis, maldades e desassossegos jamais se empenhou, por um momento sequer, para melhorar as condições de vida do povo brasileiro enquanto ocupou a cadeira presidencial, assim como se recusou a conversar com a população e seus incontáveis grupos organizados de trabalhadores e de membros de órgãos importantes dos movimentos sociais. Preferiu, como sempre fez em sua já desditosa vida, a apenas se dedicar aos ricos, assim como pavimentou seu destino, que já corre em paralelo com sua já infame vida, cujos dizeres sobre ele se encontrarão no porão da história.

Considerado um pária global, Bolsonaro, se tivesse oportunidade de prejudicar ainda mais a sociedade e o País com sua reeleição, e ele as teve em profusão como presidente, tal verdugo daria sequência às suas tiranias dignas de um sociopata. Porém, e como sempre, ele teria imenso cuidado no que tange a favorecer os ricos e muito ricos, os grupos sociais e econômicos, os quais ele acredita fazer parte, sempre a realizar ações insidiosas e deletérias, pois de caracteres indignos e farsescos, cujo propósito é o  de fomentar a discórdia e, por intermédio dela, causar confusões, desencontros, prejuízos e, o pior de tudo de seu cardápio infernal, promover e evidenciar a violência, por saber que, por meio dela, poder-se-á usar o Estado para reprimir, oprimir, matar e roubar, a se valer de uma “legalidade” que na verdade é essencialmente criminosa.

E foi o que realmente Bolsonaro, seus assessores e apoiadores fizeram no decorrer de seus quatro nefastos e de inenarráveis sofrimentos. Por isso que o fascista caiu e hoje está nos Estados Unidos, a terra que o capitãozinho reformado e insubordinado ama de paixão. Por seu turno, o Brasil mergulhou no inferno desde o golpe de 2016. Uma insurreição promovida pela alta burguesia e perpetrada por um dos maiores canalhas da história da República, que atende pela alcunha de Vampiro, que como todo golpista é também usurpador do que não é seu, nunca foi seu e jamais será, mesmo a tomar de assalto o poder em 2016.

A verdade é que um dos maiores traidores da Pátria em todos os tempos, de nome Michel Temer, preparou o terreno, fez a terraplanagem para o Brasil ser brutalmente saqueado por longos seis anos e meio, a ter como seus algozes os empresários dos campos, das cidades, assim como a Nação foi vítima de inúmeros crimes contra seus direitos e submetida à rapinagem dos rentistas brasileiros e estrangeiros, a exemplo do que aconteceu com a Petrobras e outros órgãos e instituições do Governo Federal.

A maior empresa do Brasil parou de investir no Brasil para atender a fome insaciável por dinheiro dos jogadores nacionais e internacionais, que vivem de aplicações no mundo financeiro regulado para os interesses deles, bem como também agem nos porões onde é canalizado o dinheiro ilegal, cujos valores são escondidos em paraísos fiscais que convivem há muito tempo com criminosos de todas as nacionalidades e banqueiros apátridas, que estão a comprar o patrimônio público brasileiro a preço de banana e de golpe de estado. A Petrobras foi desfigurada, desmontada e propositalmente esquartejada para ser entregue sem alarde. Esses negócios são criminosos e pecam por falta de transparência, pois vendidas a toque de caixa.

O desgoverno militar e ultraliberal de Bolsonaro, cujo apelido lamentável é Bozo, entregou inúmeras subsidiárias poderosas à iniciativa privada, que, como o nome bem diz, investe apenas nela e em seus sócios e acionistas, sem quaisquer preocupações com o desenvolvimento social e econômico das populações e dos países. Impuseram criminosamente a dolarização dos preços dos produtos de primeira necessidade da grande companhia petrolífera ora vilipendiada pelos próprios brasileiros, muitos deles vergonhosamente militares, assim como o pagamento de dividendos estratosféricos aos acionistas minoritários, a maioria estrangeira e estadunidense.

A verdade é que o Brasil e seu povo foram vítimas da maior pilhagem e pirataria que se tem notícia quanto à transferência de renda e riqueza para mãos privadas. Poder-se-ia chamar de o Grande Roubo! O maior roubo deste século, que tem como cereja do bolo o pré-sal brasileiro entregue por criminosos da estirpe de Michel Temer, José Serra (o projeto de entrega é dele) e Jair Bolsonaro, a ter como testa de ferro o delinquente de alta periculosidade travestido de ministro da Economia, cuja alcunha é Paulo Guedes, um banqueiro desprovido de qualquer pensamento social e compromisso com os interesses do Brasil, como demonstrou, sem deixar dúvida, nos quatro anos em que arrasou propositalmente com o mercado interno e com as estatais, a realizar privatizações, no mínimo, criminosas.

Entretanto, torna-se imperativo afirmar que uma turba de malandros participaram diretamente ou a dar aval para tanta desfaçatez, irresponsabilidade e inconsequência para que o Brasil fosse pilhado dessa forma dantesca, comportamento que nem os generais da ditadura militar tiveram. A realidade é que, além dos delinquentes de alta periculosidade citados acima, participaram também do incomensurável roubo contra o Brasil os governos estrangeiros de países desenvolvidos e considerados ironicamente “civilizados”, os políticos de direita aboletados no Congresso a agirem como cânceres, bem como as cúpulas do Judiciário, do MPF, a terem o MPF, a PF e Polícias Militares como instrumentos de repressão e coerção contra os adversários dos desgovernos violentos e entreguistas de Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Contudo, o que mais chamou a minha atenção foram as condutas perniciosas e o péssimo comportamento dos oficiais generais das três forças. Além de terem o golpismo terceiro-mundista de caráter bananeiro nas veias, tais militares se mostraram antinacionais, antipopulares e antipatrióticos, bem como, evidentemente, antidemocráticos. Em quatro anos no poder o que esses caras fizeram é simplesmente do arco da velha. Indesculpável e inacreditável.

O desgoverno dos fascistas e ultraliberais falhou em todos os setores e segmentos da economia e da sociedade, em especial com o apoio às privatizações de empresas estratégicas como o são a Petrobras, os Correios e a Eletrobras, em um século que o controle das diferentes energias se tornou motivo de guerra e de dominância geopolítica. Na Europa, estão a desprivatizar as companhias de energia, porque perceberam que o Estado e os governos não podem abrir mão de um setor tão estratégico para qualquer nação. Apenas dois setores realmente ganharam: o agronegócio que emprega pouca gente em proporção a seu tamanho e a indústria de armas, a qual a famiglia Bolsonaro é intrinsecamente ligada.

Agora eu pergunto: esses militares acham que ser patriota é bater continência à bandeira, marchar ao som de bandas e cantar o Hino Nacional, dentre outros comportamentos cívicos? Como pode uma coisa dessa, não se importar com privatizações de lesa-pátria sendo oficiais generais da Marinha, do Exército e da Aeronáutica? Como pode também um general da ativa, como o Eduardo Pazuello, cometer tantas sandices no Ministério da Saúde, ser responsável juntamente com o desgoverno a quem serviu, por centenas de milhares de mortes, além de se dizer especialista em logística e errar o endereço para onde deveriam ir os lotes de vacinas. O general não errou um simples endereço de rua, ele errou, pasmem, qual era o Estado da Federação. O general Pazuello, repito, é “especialista” em logística. Imagine esse incompetente e negligente a liderar tropas em uma guerra? Imaginaram?

Esse lamentável episódio seria o bolo da cereja de um desgoverno militar e ultraliberal fadado ao fracasso e desleixado. Mas são incontáveis, cara pálida, os exemplos de irresponsabilidade, incompetência, inconsequência, omissão e desprezo pelo o que é público, do público e para o público, a se somar ao ódio pelos pobres e pela sociedade civil organizada em geral. Esses criminosos realizaram o desgoverno mais criminoso que se tem notícia nas últimas décadas e que se exemplifica definitivamente com o episódio burlesco, farsesco e criminoso no que é relativo à tentativa de roubo das joias sauditas.

O Brasil tem de ficar constantemente em estado de alerta para preservar sua existência como País e sociedade que desejam ser civilizados e, com efeito, manter edificada sua democracia, que tem na Constituição e no Estado Democrático de Direito os alicerces para que a democracia não venha a ruir. Fascismo e Bolsonaro nunca mais. Foi um pesadelo! É isso aí.

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