Por Marielle, a luta continua

Quando Temer assinou a intervenção no Rio de Janeiro decretou uma sentença que todos os brasileiros seriam reféns: o povo pobre, periférico, jovem seria a principal vítima dessa ação eleitoral, mal planejada e contrária à dignidade humana

marielle
marielle (Foto: Antonio Mentor)

Quando Temer assinou a intervenção no Rio de Janeiro decretou uma sentença que todos os brasileiros seriam reféns: o povo pobre, periférico, jovem seria a principal vítima dessa ação eleitoral, mal planejada e contrária à dignidade humana.

O Brasil acompanha com atenção o assassinato da mulher negra, mãe, militante, vereadora Marielle Franco. Sua voz era a voz de milhares de pessoas que são reféns da violência e da falta de investimento social nas periferias de nossas cidades.

Não podemos satisfazer nosso desejo de justiça bebendo na taça do ódio e da intolerância. Marielle foi vítima de sua luta, de sua busca por paz social. Marielle foi vítima de sua vontade por um mundo melhor.

Em sua memória devemos continuar lutando na afirmação da necessidade de políticas públicas e sociais, em favor do empoderamento das mulheres, da luta dos direitos da juventude, das minorias. Devemos exigir rapidez na elucidação e punição dos autores desse atentado à democracia e ao direito a vida. Esse o valor que a valente Marielle defendia e representava em primeiro lugar: o direito a vida.

Não podemos aceitar que a morte de Marielle seja a justificativa para a intervenção no Rio de Janeiro, antes Marielle foi vítima da violência que significa esse decreto de intervenção no Rio de Janeiro. São Vítimas, Marielle, jovens Negros, pobres, da periferia, ainda é vitima a sociedade brasileira que não aguenta mais ver milhares de pessoas sendo assassinadas.

Que Marielle viva nas ações de homens, de mulheres, de negros e negras, de ativistas, militantes que desejam um Brasil mais humano, justo e solidário.

Quando Temer assinou a intervenção no Rio de Janeiro decretou uma sentença que todos os brasileiros seriam reféns: o povo pobre, periférico, jovem seria a principal vítima dessa ação eleitoral, mal planejada e contrária à dignidade humana.

 

O Brasil acompanha com atenção o assassinato da mulher negra, mãe, militante, vereadora Marielle Franco.  Sua voz era a voz de milhares de pessoas que são reféns da violência e da falta de investimento social nas periferias de nossas cidades.

 

Não podemos satisfazer nosso desejo de justiça bebendo na taça do ódio e da intolerância. Marielle foi vítima de sua luta, de sua busca por paz social. Marielle foi vítima de sua vontade por um mundo melhor.

 

Em sua memória devemos continuar lutando  na afirmação da necessidade de políticas públicas e sociais, em favor do empoderamento das mulheres, da luta dos direitos da juventude, das minorias. Devemos exigir rapidez  na elucidação e punição dos autores desse atentado à democracia e ao direito a vida. Esse o valor que a valente Marielle defendia e representava em primeiro lugar: o direito a vida.

 

Não podemos aceitar que a morte de Marielle seja a justificativa para a intervenção no Rio de Janeiro, antes Marielle foi vítima da violência que significa esse decreto de intervenção no Rio de Janeiro. São Vítimas, Marielle, jovens Negros, pobres, da periferia, ainda é vitima a sociedade brasileira que não aguenta mais ver milhares de pessoas sendo assassinadas. 

 

Que Marielle viva nas ações de homens, de mulheres, de negros e negras, de ativistas, militantes que desejam um Brasil mais humano, justo e solidário. 

 

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