Por que não o Patrus?

Patrus Ananias e o Bolsa-Família são a simplicidade bem no meio entre São Paulo e o Nordeste, e entre o que precisa começar a ser refeito para se chegar novamente na estrada principal das mudanças

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, faz palestra na Universidade Cândido Mendes, no centro do Rio de Janeiro (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, faz palestra na Universidade Cândido Mendes, no centro do Rio de Janeiro (Tânia Rêgo/Agência Brasil) (Foto: Leopoldo Vieira)

É curioso que os "dirigentes petistas ouvidos pela reportagem" citem, como substitutos de Lula (sem esperar sequer a sentença prometida, mas tudo bem) Fernando Haddad, que perdeu em São Paulo no primeiro turno (apesar de seus méritos), e Jaques Wagner, ministro co-responsável da articulação política de Dilma  (apesar de seus méritos), mas não lembrem de Patrus Ananias, o ministro do ex-presidente que implantou o Bolsa-Família.

Aquela foi a sementinha que rodou a economia para o crescimento com mobilidade social e o primeiro estandarte do reconhecimento internacional do Brasil entre 2003 e 2010.

Duas coisas que a esquerda coloca no topo da lista de perdas nacionais com o governo Michel Temer.

Patrus e o Bolsa-Família são a simplicidade bem no meio entre São Paulo e o Nordeste, e entre o que precisa começar a ser refeito para se chegar novamente na estrada principal das mudanças.

Ele tem a mineirice como um atributo interessante para enfrentar Bolsonaro, sem mediar aquelas posições que fazem parte do inegociável. Assim é nas alterosas. Pelo menos para a turma do clube da esquina.

E foi daqueles primeiros e legendários prefeitos do PT...

Bola de meia, bola de gude.

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