Por vingança, Temer planeja “estatizar” a JBS

Nunca é demais lembrar que o governo lançou recentemente um programa para privatizar 57 empresas públicas, sob a égide de aliviar a máquina pública. Então, presume-se, Temer comete improbidade ao buscar uma satisfação pessoal, uma vingança, utilizando-se da investidura do cargo presidencial para “estatizar” a JBS

michel temer
michel temer (Foto: Esmael Morais)

O vingativo, contraditório e corrupto governo Michel Temer (PMDB) pode “estatizar” a JBS. O governo que possui 21% na sociedade agora afirma que Joesley e Wesley são sócios da JBS, e não donos. Os irmãos Batista têm 41% das ações da JBS, mas isso não impede de o governo tentar tomar o comando da holding.

“A punição exemplar aos CPFs não pode se confundir com os CNPJs”, disse à Folha o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, que integraliza os 21% do capital social na empresa pelo governo.

A conversa do governo Temer gira em torno da necessidade do “estabelecimento de uma governança profissional” na JBS com as prisões de Wesley e Joesley. (Eles foram presos justamente por que denunciaram o PSDB e Temer em suas respectivas delações).

A tentativa de tomar o comando da JBS, se prosperar, além de contraditório, soará como mais uma vendeta de Michel Temer et caterva — também denominada pela PGR de “quadrilhão” do PMDB.

Nunca é demais lembrar que o governo lançou recentemente um programa para privatizar 57 empresas públicas, sob a égide de aliviar a máquina pública. Então, presume-se, Temer comete improbidade ao buscar uma satisfação pessoal, uma vingança, utilizando-se da investidura do cargo presidencial para “estatizar” a JBS.

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