Prefeitos atacam MP e Lava Jato e põem Bolsonaro em saia justa

Os prefeitos estão putos da vida com a criminalização da política. Na prática, não têm poder algum. Estão todos submetidos ao que chamam de governo paralelo. São os procuradores que ficam diariamente no pé deles. Por isso estão dispostos a apoiarem projeto de lei que ataca abuso de autoridade

Os prefeitos estão putos da vida com a criminalização da política. Na prática, não têm poder algum. Estão todos submetidos ao que chamam de governo paralelo. São os procuradores que ficam diariamente no pé deles. Por isso estão dispostos a apoiarem projeto de lei que ataca abuso de autoridade.

Quem manda nos municípios são os homens do MP. Eles ganharam poder excessivo na tarefa de baixar a torto e a direito resoluções em pencas exigindo dos executivos estaduais respostas impossíveis de serem dadas por cada decisão tomada ao longo do dia. Vão para casa com espada de Dâmocles no pescoço.

A discriminalizacao política generalizada pela justiça, pelos integrantes do poder paralelo transformam eles em alvos críticos da população em escala incontrolável. Perderam capacidade de governar. Pressionam agora para que o Congresso tenha, segundo eles, coragem de ir para o embate com os procuradores. Estão convencidos de que a Operação Lavajato se transformou em partido político que cerceia suas iniciativas políticas.

O desdobramento político de suas ações desenvolvidas nessa semana em encontro nacional configura reação ao governo paralelo e se transforma em grande pressão política sobre Bolsonaro. Ficou claro: os executivos municipais financeiramente quebrados estão em pé de guerra contra o MP e Sérgio Moro, identificado com a Lavajato , que o levou ao poder. Veem ele como xerife implacável. Trata-se de rebelião politicamente incontrolável.

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