Reforma trabalhista: governo em corrida contra a greve geral

A reforma trabalhista de Temer foi aprovada pela maioria governista (27 votos a 10)  na comissão especial na tarde desta terça-feira  e será votada amanhã pelo plenário, com o governo movendo mundos e fundos, e até exonerando ministros-deputados para que participem da votação, diz a colunista do 247 Tereza Cruvinel; "O governo corre. Quer liquidar a fatura antes da greve geral que as centrais sindicais marcaram para sexta-feira, em protesto contra as reformas de Temer.  Se a trabalhista  passar amanhã, as relações trabalhistas nunca mais serão a mesma: tudo será mais precário e instável, além de  nenhum emprego será gerado pela reforma, ao contrário do que disseram tantos governistas ao longo da votação"

A reforma trabalhista de Temer foi aprovada pela maioria governista (27 votos a 10)  na comissão especial na tarde desta terça-feira  e será votada amanhã pelo plenário, com o governo movendo mundos e fundos, e até exonerando ministros-deputados para que participem da votação, diz a colunista do 247 Tereza Cruvinel; "O governo corre. Quer liquidar a fatura antes da greve geral que as centrais sindicais marcaram para sexta-feira, em protesto contra as reformas de Temer.  Se a trabalhista  passar amanhã, as relações trabalhistas nunca mais serão a mesma: tudo será mais precário e instável, além de  nenhum emprego será gerado pela reforma, ao contrário do que disseram tantos governistas ao longo da votação"
A reforma trabalhista de Temer foi aprovada pela maioria governista (27 votos a 10)  na comissão especial na tarde desta terça-feira  e será votada amanhã pelo plenário, com o governo movendo mundos e fundos, e até exonerando ministros-deputados para que participem da votação, diz a colunista do 247 Tereza Cruvinel; "O governo corre. Quer liquidar a fatura antes da greve geral que as centrais sindicais marcaram para sexta-feira, em protesto contra as reformas de Temer.  Se a trabalhista  passar amanhã, as relações trabalhistas nunca mais serão a mesma: tudo será mais precário e instável, além de  nenhum emprego será gerado pela reforma, ao contrário do que disseram tantos governistas ao longo da votação" (Foto: Tereza Cruvinel)

A reforma trabalhista de Temer foi aprovada pela maioria governista (27 votos a 10)  na comissão especial na tarde desta terça-feira  e será votada amanhã pelo plenário, com o governo movendo mundos e fundos, e até exonerando ministros-deputados para que participem da votação. O governo corre. Quer liquidar a fatura antes da greve geral que as centrais sindicais marcaram para sexta-feira, em protesto contra as reformas de Temer.  Se a trabalhista  passar amanhã, as relações trabalhistas nunca mais serão a mesma: tudo será mais precário e instável, além de  nenhum emprego será gerado pela reforma, ao contrário do que disseram tantos governistas ao longo da votação.

Se a reforma trabalhista passar amanha, prepare-se, leitor, para viver em outro mundo.

1. O negociado vai prevalecer sobre o legislado  - Isso significa que empregados (ameaçados de desemprego, por exemplo) e patrões poderão fazer acordos que suprimem direitos estabelecidos pela CLT e pela Constituição. Categorias mais fortes e organizadas poderão resistir mas as mais fracas, sem poder de negociação, serão tangidas como bois ao matadouro, aceitando imposições dos patrões. É a precariedade.

2. O “bico” vai virar “emprego intermitente”. As empresas poderão contratar empregados para trabalhar só na hora em que desejarem, recebendo  apenas pelas horas trabalhadas. Nestas condições, quem poderá programar a vida, sem saber quando ganhará no final do mês? É a incerteza.

3. Haverá também o “teletrabalho”, para os que trabalharão em casa, por tarefa estipulada.

4. As grávidas hoje são proibidas de trabalhar em locais insalubres. Devem ser afastadas do local enquanto durar a gravidez. Agora a empresa pedirá apenas um atestado médico dizendo se ela pode ou não trabalhar ali.

5. E mais, muito mais mudanças que tornarão a vida mais incerta.

Os governistas sustentaram o tempo todo que as novas regras vão beneficiar o trabalho com carteira assinada. Lorota. Todo mundo sabe que a geração de emprego depende é de crescimento econômico, não de regras.

O que a reforma busca é diminuir os custos e obrigações patronais, aumentando o lucro dos empregadores com a redução de salários e encargos.

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