Se organizar direitinho, todo mundo se elege

É tempo de readequação, união e lançar nomes. E isso pra 2022! Em 2026, leva o melhor nome. E assim afastaremos a extrema-direita, o negacionismo e obscurantismo que assola nosso país

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Essa é a aposta de muitos eleitores da esquerda e centro esquerda hoje no Brasil.

É dada como certa a disputa de Lula à presidência da República. É mais certo ainda que hoje na esquerda ou centro esquerda não exista um nome capaz de se eleger.

Ciro Gomes não agrada a grande parte das alas petistas, psolista, psbistas e pcdobistas. Sua ida às Paris após as eleições do primeiro turno em 2018 lhe custo caro. Ciro pra se mostrar viável novamente terá que galgar seu lugar, talvez conquistar uma vaga no Senado e esbravejar pelos próximos quatro anos.

PSOL, PSB, PDT, PCdoB, entre outros partidos de esquerda devem ter em mente que 2022 será um ponto de partida após Bolsonaro e 6 anos sombrios nas mãos da direita. É o momento então de forçar cargos? Obviamente que não!

 As eleições pra prefeitura de São Paulo nos mostraram isso. PT, PSB e PCdoB poderiam ter embarcado na campanha de Boulos, que era o melhor pontuado, desde o início. A campanha teria tido melhor visibilidade e mais tempo de TV e talvez o resultado teria sido diferente.

Em São Paulo fica melhor vislumbrado qual poderia ser o cenário: PT para a presidência com Lula; PSOL para o governo de São Paulo com Boulos; PDT com o vice-governo de São Paulo; PSB com Márcio França para o Senado; Haddad (PT) e Orlando Silva (PCdoB) devem estar encabeçados para puxar votos para Deputados Federais.

 Sabemos que os dois últimos numa provável eleição de Lula serão puxados para assumir Ministérios e de quebra elegem com seus votos outros deputados federais de seus partidos.

PSOL, com Juliano Medeiros e Boulos, inteligentemente vem se encontrando com os líderes desses partidos e sondando alternativas. Alternativas principalmente contra o Tucanistão e o bolsonarismo.

É desse modo que a esquerda e a centro esquerda deve pensar os esquemas para reestruturação e se realocar no cenário político. Em 2026, talvez a conversa seja outra, basta ter nome.

No momento que estamos passando, dividir votos, dividir tempo de TV, dividir militância não parece ser a estratégia mais inteligente para não dizer 'burrice'.

É tempo de readequação, união e lançar nomes. E isso pra 2022! Em 2026, leva o melhor nome. E assim afastaremos a extrema-direita, o negacionismo e obscurantismo que assola nosso país.

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