Soco na professora mostra que MBL é o embrião da Juventude Nazista

"Não podemos ser condescendentes com o MBL nem deixar de dizer o que ele é. O objetivo dos seus integrantes não é apenas ganhar muito dinheiro defendendo e atacando políticos nas redes sociais em todo o país, tais como Aécio Neves, João Dória e Bolsonaro, mas também disseminar uma ideologia de extrema-direita entre a juventude desinformada do nosso país, associando-a ao conceito de liberdade, daí o nome Movimento Brasil Livre", alerta o jornalista Alex Solnik; para ele, "a primeira consequência de seu proselitismo que começou em 2013 foi o soco desferido por um aluno de 15 anos, em sala de aula de uma escola pública de Indaial, Santa Catarina, na professora Marcia Friggi"

"Não podemos ser condescendentes com o MBL nem deixar de dizer o que ele é. O objetivo dos seus integrantes não é apenas ganhar muito dinheiro defendendo e atacando políticos nas redes sociais em todo o país, tais como Aécio Neves, João Dória e Bolsonaro, mas também disseminar uma ideologia de extrema-direita entre a juventude desinformada do nosso país, associando-a ao conceito de liberdade, daí o nome Movimento Brasil Livre", alerta o jornalista Alex Solnik; para ele, "a primeira consequência de seu proselitismo que começou em 2013 foi o soco desferido por um aluno de 15 anos, em sala de aula de uma escola pública de Indaial, Santa Catarina, na professora Marcia Friggi"
"Não podemos ser condescendentes com o MBL nem deixar de dizer o que ele é. O objetivo dos seus integrantes não é apenas ganhar muito dinheiro defendendo e atacando políticos nas redes sociais em todo o país, tais como Aécio Neves, João Dória e Bolsonaro, mas também disseminar uma ideologia de extrema-direita entre a juventude desinformada do nosso país, associando-a ao conceito de liberdade, daí o nome Movimento Brasil Livre", alerta o jornalista Alex Solnik; para ele, "a primeira consequência de seu proselitismo que começou em 2013 foi o soco desferido por um aluno de 15 anos, em sala de aula de uma escola pública de Indaial, Santa Catarina, na professora Marcia Friggi" (Foto: Alex Solnik)

Não podemos ser condescendentes com o MBL nem deixar de dizer o que ele é.

O objetivo dos seus integrantes não é apenas ganhar muito dinheiro defendendo e atacando políticos nas redes sociais em todo o país, tais como Aécio Neves, João Dória e Bolsonaro, mas também disseminar uma ideologia de extrema-direita entre a juventude desinformada do nosso país, associando-a ao conceito de liberdade, daí o nome Movimento Brasil Livre.

Não por acaso rola a estupidez nas redes de que o nazismo é de esquerda.

Adivinhem quem está martelando isso.

A primeira consequência de seu proselitismo que começou em 2013 foi o soco desferido por um aluno de 15 anos, em sala de aula de uma escola pública de Indaial, Santa Catarina, na professora Marcia Friggi.

O soco aconteceu porque ela defende ideias de esquerda.

O aluno reagiu como reage um extremista de direita: com violência e não com argumentos.

Poderia ser com um revólver ou apenas com sua força física.

O episódio ilustra o que está provocando essa campanha insólita e medieval chamada "Escola sem partido" cujo intuito é arrancar do currículo o estudo de correntes filosóficas fundamentais, como o marxismo, por exemplo - e principal bandeira do MBL.

A exposição do rosto ensanguentado da professora não comoveu nem ao ministro da Educação e muito menos ao presidente da República tampões.

Nenhum deles tocou no assunto.

Supõe-se que ou acharam o episódio irrelevante ou deram razão ao aluno e se envergonham de dizer em público.

A Juventude Nazista nasceu como movimento voluntário, mas depois Hitler o tornou obrigatório desde os 6 anos de idade e os pais que se negassem a inscrever os filhos ou perdiam a sua guarda ou eram presos.

Fazia parte do treinamento semi-militar – obrigatório para meninos e meninas – durante a ocupação alemã da Rússia, crianças nazistas serem estimuladas a bater e torturar crianças russas – comunistas, portanto.

Naquela época ninguém sabia o que era o nazismo, o que ajudou a popularizar a mentira de que ele seria a salvação da Alemanha, que vivia uma grave crise econômica e a população procurava um salvador.

Agora que sabemos o que o nazismo foi, causam perplexidade, revolta e desassombro declarações como a de hoje, do senador e atual presidente do PSDB, Tasso Jereissati, de que o PSDB "recebe de braços abertos o MBL".

Eu gostaria muito de saber o que o sociólogo Fernando Henrique Cardoso achou dessa declaração.

Talvez sua opinião seja impublicável.

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