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Alex Solnik

Alex Solnik, jornalista, é autor de "O dia em que conheci Brilhante Ustra" (Geração Editorial)

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Suicídio aumenta suspeita de que Guaracho não agiu sozinho

Em vez de responder, Claudinei optou por se transformar na segunda vítima do crime de Foz do Iguaçu

Guaranho e Marcelo Arruda (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O cara que instalou as câmeras de segurança e controlava o acesso às imagens, Claudinei Coco Esquarcini, jogou-se de um viaduto, ontem, em Medianeira, a 50 quilômetros de Foz do Iguaçu. Ele trabalhava na área de segurança da Itaipu Binacional. 

O fato deve reabrir o inquérito policial encerrado em apenas quatro dias sobre o assassinato do petista Marcelo Arruda pelo bolsonarista Jorge José Guaracho na sede da Associação Recreativa Esportiva Segurança Física de Itaipu, na noite de 9 de julho. 

Guaracho estava num churrasco quando foi alertado por dois amigos da associação sobre a festa com a temática do PT, visualizada por eles nos celulares.

Agora há elementos mais robustos para desmontar a farsa de que era apenas uma desavença entre dois militantes de partidos adversários. Há mais três pessoas envolvidas. Havia alguma relação entre elas além da amizade e da ideologia de extrema-direita? Integravam um grupo extremista?

Duas delas estão vivas.

A morte da terceira obriga a investigar quando, por que e com ordem de quem as câmeras foram instaladas. E quem podia ver as imagens.

As respostas não devem ser fáceis.

Em vez de responder, Claudinei optou por se transformar na segunda vítima do crime de Foz do Iguaçu. 

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* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.