Tarja preta em Aécio é recibo da parcialidade da Justiça

Blogueiro e colunista do 247 Esmael Morais lembra que era "Segredo de Polichinelo" a citação do senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, nas delações da Odebrecht; "A Justiça fingia que não via e a velha mídia, idem, visando proteger o tucano. A máscara caiu nesta segunda-feira (13) com a decisão do judiciário de vetar menções a Aécio Neves. Na verdade, a Justiça passou um baita recibo de parcialidade ao determinar uma tarja preta para esconder o nome do tucano nas delações", diz Esmael; "A tarja preta em Aécio mostra quão ridícula e parcial a Justiça. Definitivamente, os três poderes precisam ser refundados no Brasil", afirma

Blogueiro e colunista do 247 Esmael Morais lembra que era "Segredo de Polichinelo" a citação do senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, nas delações da Odebrecht; "A Justiça fingia que não via e a velha mídia, idem, visando proteger o tucano. A máscara caiu nesta segunda-feira (13) com a decisão do judiciário de vetar menções a Aécio Neves. Na verdade, a Justiça passou um baita recibo de parcialidade ao determinar uma tarja preta para esconder o nome do tucano nas delações", diz Esmael; "A tarja preta em Aécio mostra quão ridícula e parcial a Justiça. Definitivamente, os três poderes precisam ser refundados no Brasil", afirma
Blogueiro e colunista do 247 Esmael Morais lembra que era "Segredo de Polichinelo" a citação do senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, nas delações da Odebrecht; "A Justiça fingia que não via e a velha mídia, idem, visando proteger o tucano. A máscara caiu nesta segunda-feira (13) com a decisão do judiciário de vetar menções a Aécio Neves. Na verdade, a Justiça passou um baita recibo de parcialidade ao determinar uma tarja preta para esconder o nome do tucano nas delações", diz Esmael; "A tarja preta em Aécio mostra quão ridícula e parcial a Justiça. Definitivamente, os três poderes precisam ser refundados no Brasil", afirma (Foto: Esmael Morais)
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Era "Segredo de Polichinelo" a citação do senador Aécio Neves (PSDB-MG) nas delações da Odebrecht.

A Justiça fingia que não via e a velha mídia, idem, visando proteger o tucano.

A máscara caiu nesta segunda-feira (13) com a decisão do judiciário de vetar menções a Aécio Neves.

Na verdade, a Justiça passou um baita recibo de parcialidade ao determinar uma tarja preta para esconder o nome do tucano nas delações.

Note o caro leitor que não se trata de uma ação isolada, esta do judiciário em proteger Aécio e perseguir Lula e o PT.

Semana passada aventou-se que o ministro do STF Edson Fachin levantaria o segredo de justiça em todas as ações da Lava Jato. Evidentemente, ficou só na promessa.

Ontem foi a vez do procurador da República Rodrigo Janot ensaiar o envio de 80 pedidos de abertura de inquérito no Supremo. Também nada aconteceu.

A tarja preta em Aécio mostra quão ridícula e parcial a Justiça.

Definitivamente, os três poderes precisam ser refundados no Brasil.

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