Temos um candidato que faz crianças imitarem armas e um líder de pesquisas impedido de concorrer. O que fazer?

Bolsonaro não influencia mal as nossas crianças apenas pedindo que elas "atirem" como solução dos nossos problemas. Ando pela periferia de São Paulo. Esse discurso armamentista infelizmente chega para comunidades que vivem todo o tempo sob pressão do tráfico de drogas e da violência policial

Temos um candidato que faz crianças imitarem armas e um líder de pesquisas impedido de concorrer. O que fazer?
Temos um candidato que faz crianças imitarem armas e um líder de pesquisas impedido de concorrer. O que fazer? (Foto: Reprodução/vídeo)
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Desde junho, Jair Bolsonaro faz crianças imitarem armas em sua campanha. Sou mãe de duas meninas. Esse tipo de postura me constrange.

Bolsonaro não influencia mal as nossas crianças apenas pedindo que elas "atirem" como solução dos nossos problemas. Ando pela periferia de São Paulo. Brasilândia, Jardim Japão e muitos lugares. Esse discurso armamentista infelizmente chega para comunidades que vivem todo o tempo sob pressão do tráfico de drogas e da violência policial.

E agora o TSE barra a candidatura Lula. Permite todas as demais, inclusive do candidato que faz nossas crianças imitarem o discurso do "bandido bom é bandido morto". O candidato que fala em metralhar "toda essa petralhada".

Barram nosso ex-presidente Lula, um homem honesto, injustiçado por juízes corruptos.

Um homem, a gente não pode esquecer, cujo governo colocou prato de comida na mesa de gente que é marginalizada.

Esquecida.

Lula deu comida, renda e acesso à educação para todas essas pessoas, mudando a realidade dos pobres.

Queremos mesmo eleger Bolsonaro, aquele que repete o discurso do Datena, a máxima policialesca do "bandido bom é bandido morto"? Vamos eleger um político que vai perseguir e matar pobres?

Tenho duas filhas. Sou candidata pelo PT. Sou #LulaLivre e estou lutando por mais Justiça social por mim, pelas pessoas que me apoiam.

Apoio Lula ou quem ele indicar. Porque desejo uma sociedade menos desigual e mais preocupada com o pobre.

Temos que pensar de verdade nas crianças.

Para viver num país onde um homem que fala sobre Deus pare de ensinar nossas crianças a pegarem em arma de maneira imprudente, absurda e terrorista.

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