Tio Sam amplia poder colonial no Brasil com Lula preso. Lula Livre é a resistência

Tio Sam e Wall Street não querem saber de Lula para reverter capitalismo antinacional que estão instalando no Brasil com a turma Temer-Meirelles, obedientes à Casa Branca. Com Lula, não. A Casa Branca fica refém de Lula no poder. Lula, para a Casa Branca, é problema, porque empodera a população

Tio Sam e Wall Street não querem saber de Lula para reverter capitalismo antinacional que estão instalando no Brasil com a turma Temer-Meirelles, obedientes à Casa Branca. Com Lula, não. A Casa Branca fica refém de Lula no poder. Lula, para a Casa Branca, é problema, porque empodera a população
Tio Sam e Wall Street não querem saber de Lula para reverter capitalismo antinacional que estão instalando no Brasil com a turma Temer-Meirelles, obedientes à Casa Branca. Com Lula, não. A Casa Branca fica refém de Lula no poder. Lula, para a Casa Branca, é problema, porque empodera a população (Foto: César Fonseca)


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Washington manda

O capitalismo especulativo internacional cravou grande tento com a prisão de Lula.

Conseguiu, afinal, encarcerar o inimigo número um.

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Tio Sam e Wall Street não querem saber de Lula para reverter capitalismo antinacional que estão instalando no Brasil com a turma Temer-Meirelles, obedientes à Casa Branca.

Com Lula, não.

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A Casa Branca fica refém de Lula no poder.

Lula, para a Casa Branca, é problema, porque empodera a população.

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Mais renda, mais distribuição de riqueza, mais escola, mais saúde, mais segurança, mais universidades, escola para todos, farmácia para todos, medicina cubana.

Cruz credo!

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Pô, onde isso vai parar?

Esse capitalismo lulista produtivo socialmente inclusivo vai acelerar reformas políticas demandadoras de democratização do poder.

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Democratizar a mídia, como prometeu Lula, é ampliar informação para a sociedade ser protagonista do processo político, com representação partidária consequente com suas demandas etc.

Nada de Lula, é a palavra de ordem de Tio Sam/Wall Street.

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Lula preso é triunfo de Tio Sam.

O contrapolo desse triunfo é o grito de LulaLivre.

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Essa é a luta essencial.

O povo, que quer Lula, e o Império, que repudia Lula.

Apoio indispensável

Tio Sam conta com o apoio decisivo de sua empresa laranja, Rede Globo.

A vênus platina, 4º poder, cuida, agora, de criar mundo ideal sem Lula, subordinado a Washington.

Tal armação é a única que interessa ao capital financeiro que não quer Lula no comando do estado eleito democraticamente para desarmar a armadilha que está montada para negar direitos e garantias sócias, econômicas e políticas, a partir da destruição da Constituição.

Lula preso é o retrato da Constituição rasgada, ideal para Tio Sam.

O lulismo, com Constituição em vigor, aceleraria empoderamento popular incompatível com a taxa de lucratividade do capital financeiro nacional e internacional que engorda no hot Money tupiniquim.

Maná.

Lula é o capitalismo do chão de fábrica, que cria consciência proletária, em torno dos sindicatos, que se transformam em partidos políticos, para enfrentar o domínio do capital, civilizando-o.

O jogo do mercado especulativo é anti-civilizatório, é a barbárie.

Sua missão é antissocial: empobrecer a população; por isso não suporta quem o confronte, como Lula.

Armação imperialista

Tio Sam está satisfeitíssimo.

Seus agentes de espionagem, a CIA e o FBI,  fizeram trabalho perfeito com os parceiros sabujos internos, Polícia Federal, Procuradores, Juízes, Ministros dos tribunais superiores.

Construíram narrativa que convenceram, por meio da Rede Globo, o povo brasileiro de que o maior problema nacional não é a desigualdade social, mas a corrupção emanada de estado que precisa entrar em dieta neoliberal.

Enxugar o Estado é a arma eficiente para combater a corrupção do PT e seus aliados, a quadrilha no poder, segundo a narrativa imperial de Tio Sam/Wall Street.

Guerra híbrida.

Esvaziado o Estado, suas empresas e seu caráter economicamente ativo, para combater a corrupção da quadrilha petista, seria possível criar espírito de combate dos coxinhas moralistas, na tarefa de desmontar bases nacionalistas da economia.

Morte à quadrilha criminosa odienta!

Imposta a narrativa de Tio Sam, no campo político, operou-se a política econômica para justificála: congelamento econômico dos gastos sociais – os que puxam a economia – por vinte anos em nome do enxugamento neoliberal saneador do estado corrupto.

Quebrou-se o silogismo capitalista desenvolvimentista: consumo, produção, emprego, renda, arrecadação e investimento estatal para puxar demanda global.

Estado mínimo não arrecada; consequentemente, não pode capitalizar suas empresas estruturantes do desenvolvimento nacional.

Imprescindível vendê-las.

O estado mínimo dá o argumento para os neoliberais liquidá-las com toda a pompa argumentativa racionalizante dos comentaristas globais.

Adeus Petrobrás, adeus Eletrobrás, sustentáculos desenvolvimentistas.

Jogo da espionagem

Assim Tio Sam e seus amigos silvérios dos reis tupiniquins, como o pessoal da Lavajato, braço da espionagem americana na Petrobrás, no Palácio do Planalto, desarmaram o estado corrupto e pegaram o chefe da quadrilha: Lula.

Usaram, como apoio jurídico, a teoria do domínio do fato, muito utilizada pelos nazistas na Alemanha de Hitler.

Não há necessidade de provas para acusar, julgar e prender alguém; necessita-se, apenas, de suposições, teses e convicções abstratas.

Montaram o processo do tríplex de Guarujá, sem contrato de compra e venda do imóvel, que comprovaria a tese, e, em seguida, rasgaram a Constituição.

A Constituição brasileira, do ponto de vista de Tio Sam, é subversiva; passou a ser revolucionária, do ponto de vista de Lula e dos trabalhadores.

O enredo imperial da corrupção como inimigo número um do povo associada ao congelamento dos gastos públicos como fator de saneamento do estado corrupto, eis o discurso eficaz, divulgado, diuturnamente, pelo poder midiático oligopolizado, que o Tio Sam/Wall Street puseram de pé, para destruir o lulismo.

A estratégia de descapitalização do estado para descapitalizar as empresas, justificando sua venda a preço de banana é o novo saque colonial.

Contramão colonizada

Brasil anticapitalista desarmado economicamente está, desde o golpe de 2016, na contramão dos capitalistas desenvolvidos, que avançam em sentido contrário, na crise do capitalismo global em guerra comercial.

Olha o Trump nos Estados Unidos!

Tributa os concorrentes externos para preservar capitalismo interno.

China, idem, contrataca puxando, também, as tarifas, além de ameaçar parar de comprar títulos da dívida pública americana, o que seria desastre para Tio Sam.

Os capitalistas russos estão sendo estimulados, pelo nacionalista Putin, aos investimentos em toda a America Latina.

Ora, é claro que Tio Sam repudia que Lula diga que fará parecerias estratégicas com Putin e Jiping.

O Brasil, com Lula, fortaleceria a Eurásia, tendo junto, também, a Índia, todos irmanados nos BRICs, rumo ao mundo multipolar, enterrando o mundo unipolar que os Estados Unidos sustentam desde o pós segunda guerra mundial.

Lula deu, com essa declaração, tapa na cara de Tio Sam, estando condenado pela justiça brasileira por crime sem prova.

O discurso de Lula é profundamente antagônico ao de Trump.

Ele levaria Estados Unidos à guerra contra o Brasil, como está acontecendo com a China, nesse exato momento.

Resistência anticolonial

Esqueça esse papo de que Lula é amigo, avisa Tio Sam.

Obama falou o que império gostaria que não falasse, que Lula é o cara.

Tio Sam vê Lula e associa-o a Hugo Chavez, a Fidel Castro, aos comunistas cubanos, resistentes há mais de cinquenta anos a um bloqueio econômico imperial, sem baixar a cabeça.

Já pensou nova Cuba, do tamanho do Brasil, sem baixar a cabeça para as ordens de Washington?

Impensável, para Tio Sam.

O golpe de 2016 é isso aí.

Derrubou Dilma e, em seguida, Lula.

Sem essas duas providências, como acelerar o emagrecimento do estado nacional, o saque as suas empresas essenciais, as suas riquezas potenciais, culpando a quadrilha do PT, para levantar o ódio da direita e ultra-direita?

O problema é que Tio Sam não contava com o novo partido que nasceu com o golpe que deu:

LulaLibre!

Ele cresce no coração do povo com velocidade de raio.

Ninguém ganha eleição pregando Lula preso.

LulaLibre é a corrente humana que despertou para ser a voz de Lula que Tio Sam não conseguirá encarcerar.

Lula está solto, fazendo estragos; preso, apenas, o seu corpo.

A prisão de Lula mostrou que a luta é, essencialmente, anticolonial.

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