Toffoli ‘lava as mãos’ sobre possível prisão de Dirceu

"À luz do princípio da colegialidade, tenho aplicado em regra o entendimento predominante na Corte a respeito da execução antecipada", decidiu Toffoli

"À luz do princípio da colegialidade, tenho aplicado em regra o entendimento predominante na Corte a respeito da execução antecipada", decidiu Toffoli
"À luz do princípio da colegialidade, tenho aplicado em regra o entendimento predominante na Corte a respeito da execução antecipada", decidiu Toffoli (Foto: Esmael Morais)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

O ministro do STF Dias Toffoli 'lavou as mãos' nesta quinta (19) ao negar liminar ao ex-ministro José Dirceu para evitar possível prisão após o fim dos recursos na segunda instância, isto é, no TRF4.

O tribunal de Porto Alegre confirmou hoje a pena de 30 anos e nove meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa, imputados ao ex-ministro pela lava jato.

"Entretanto, à luz do princípio da colegialidade, tenho aplicado em regra o entendimento predominante na Corte a respeito da execução antecipada", decidiu Toffoli.

O ministro do Supremo trabalhou com José Dirceu quando este era ministro da Casa Civil no governo Lula.

Pelas "Regras Processuais de Curitiba", o TRF4 tem de julgar ainda embargos de declaração a que Dirceu tem direito antes do cumprimento da pena antecipada.

Já a Constituição Federal determina que a pena só comece a ser cumprida após o trânsito em julgado, ou seja, após esgotadas todas as instâncias — inclusive no STF e STJ.

O diabo é que o juiz Sérgio Moro, responsável pela condenação em primeira instância, não esperou o fim dos recursos na segunda instância para mandar prender o ex-presidente Lula.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como:

• Cartão de crédito na plataforma Vindi: acesse este link

• Boleto ou transferência bancária: enviar email para [email protected]

• Seja membro no Youtube: acesse este link

• Transferência pelo Paypal: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Patreon: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Catarse: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Apoia-se: acesse este link

• Financiamento coletivo pelo Vakinha: acesse este link

Inscreva-se também na TV 247, siga-nos no Twitter, no Facebook e no Instagram. Conheça também nossa livraria, receba a nossa newsletter e ative o sininho vermelho para as notificações.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247