Tucanos desistem de 2018 para evitar a cadeia

As indicações dos tucanos para ocuparem cargos de ministros — Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Carlos Velloso (Justiça), José Serra (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Alexandre Moraes (STF) — significa a desistência de 2018 visando a sobrevivência da espécie

As indicações dos tucanos para ocuparem cargos de ministros — Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Carlos Velloso (Justiça), José Serra (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Alexandre Moraes (STF) — significa a desistência de 2018 visando a sobrevivência da espécie
As indicações dos tucanos para ocuparem cargos de ministros — Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Carlos Velloso (Justiça), José Serra (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Alexandre Moraes (STF) — significa a desistência de 2018 visando a sobrevivência da espécie (Foto: Esmael Morais)

A adesão do PSDB ao ilegítimo governo Michel Temer tem como objetivo pragmático "estancar a sangria" da Lava Jato, isto é, evitar que tucanos de alta plumagem sejam presos pela corrupção que praticaram na Petrobras.

As indicações dos tucanos para ocuparem cargos de ministros — Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Carlos Velloso (Justiça), José Serra (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Alexandre Moraes (STF) — significa a desistência de 2018 visando a sobrevivência da espécie.

A associação das lideranças do ninho tucano com Temer já reflete nas pesquisas de opinião. Os nomes apresentados pelo PSDB são facilmente batidos pelo neofascista Jair Bolsonaro (PSC).

Resumo da ópera: entre a cadeia, a aventura eleitoral e a lama, os tucanos preferiram continuar confortavelmente na lama.

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