Vitória ou derrota de Trump não pautam eleições no Brasil

Uma vitória de Trump vai encher de alegria e legitimar os bolsonaristas que sonham com a reeleição de seu líder, uma derrota pode enfraquecer esse ímpeto temporariamente, porque Bolsonaro conseguiu o controle das redes sociais e pode chegar em 2022 com fôlego de atleta

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No Estado da Flórida, brasileiros comemoram uma possível vitória de Donald Trump sobre o candidato dos Democratas, Joe Biden. Na falta de coisa melhor para fazer dizem: “Trump é o nosso Bolsonaro”! 

Essa comparação é inevitável desde que o presidente brasileiro, apoiado pelo sabujo de seu filho Eduardo bananinha, descambou para a subserviência e humilhação com a intenção de aparecer no radar da Casa Branca. 

Bolsonaro conseguiu ser notado quando Trump se abaixou para tirar um chiclete agarrado na sola de seu sapato. O bajulador, desde então, recebeu uma cartilha e vem colocando em prática todas as ordens que o Departamento de Estado dos Estados Unidos planejou para fazer do Brasil seu QG para destruir seus ‘inimigos’ na América Latina. 

O Brasil é o maior e mais importante país da geopolítica local, tê-lo sob tutela é estrategicamente essencial para as pretensões imperialistas. Um presidente servil era tudo o que precisavam. 

Os brasileiros entregaram isso de bandeja quando elegeram um político adulador e pelego, que durante quase três décadas arrastou correntes pelos cantos das Casas Legislativas. 

Uma vitória de Trump vai encher de alegria e legitimar os bolsonaristas que sonham com a reeleição de seu líder, uma derrota pode enfraquecer esse ímpeto temporariamente, porque Bolsonaro conseguiu o controle das redes sociais e pode chegar em 2022 com fôlego de atleta. 

Contudo, vencendo Trump ou Biden, ainda seremos governados por um desajustado populista, que sabe muito bem ser fantoche, às vezes espantalho, outras vezes dublê de ditador, diante da esquizofrenia patética de uma legião perdida na ignorância, que deve ir em frente querendo reparar um provável erro nas eleições dos EUA, dizendo: “Bolsonaro é o nosso Trump”! 

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