A cobra vai fumar, diz secretário dos EUA em reunião com ministro brasileiro

"Eu sei que o comando ciberespacial dos Estados Unidos, junto com o Comando Sul dos Estados Unidos, quer trabalhar com o comando do Brasil para fortalecer a segurança nessas áreas. O espírito da velha expressão das Forças Armadas brasileiras continua verdade hoje: a cobra vai fumar", disse o secretário norte-americano de Defesa, em conversa com o ministro da Defesa do Brasil

A cobra vai fumar, diz secretário dos EUA em reunião com ministro brasileiro
A cobra vai fumar, diz secretário dos EUA em reunião com ministro brasileiro (Foto: Pedro França)
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Em reunião nesta terça-feira (26) no Pentágono com o ministro da Defesa brasileiro, general Fernando Azevedo e Silva, o secretário de Defesa em exercício dos EUA, Patrick Shanahan, disse que "o espírito da velha expressão das Forças Armadas brasileiras continua verdade hoje: a cobra vai fumar".

Os dois conversaram sobre temas em que os países poderiam cooperar mutuamente, como na área da defesa, pesquisa, área cibernética e espaço.

A fala aconteceu quando o secretário descrevia os temas nos quais gostaria de trabalhar conjuntamente com o Brasil, como cooperação e colaboração industrial na área de defesa, pesquisa e desenvolvimento, área cibernética e do espaço.

"Eu sei que o comando ciberespacial dos Estados Unidos, junto com o Comando Sul dos Estados Unidos, quer trabalhar com o comando do Brasil para fortalecer a segurança nessas áreas. O espírito da velha expressão das Forças Armadas brasileiras continua verdade hoje: a cobra vai fumar", disse o norte-americano.

Já o ministro brasileiro citou a aproximação entre os dois países desde a Segunda Guerra Mundial.

"Estávamos lado a lado, Brasil e Estados Unidos, nos campos da Europa durante a guerra. Os próprios brasileiros não acreditavam no nosso sucesso durante a guerra e até falavam que era mais fácil a cobra fumar do que os soldados brasileiros terem êxito junto com os americanos nos campos de batalha da Europa. E a cobra fumou", afirmou o general.

Apesar das afirmações belicosas, o ministro de Defesa negou que exista planos de uma intervenção militar na Venezuela. "Não estamos verificando esta hipótese. O Brasil torce e tem certeza de uma solução pacífica e rápida em relação à Venezuela".

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