Abcam: mesmo após acordo, aumenta o número de interdições em rodovias

Balanço divulgado pela Associação Brasileiros dos Caminhoneiros apontou um aumento na quantidade de interdições em rodovias pelo movimento de paralisação dos caminhoneiros no dia seguinte ao acordo firmado pelo governo; de acordo com as estatísticas, existem 521 pontos interditados na manhã desta sexta-feira (25) em 25 estados

Balanço divulgado pela Associação Brasileiros dos Caminhoneiros apontou um aumento na quantidade de interdições em rodovias pelo movimento de paralisação dos caminhoneiros no dia seguinte ao acordo firmado pelo governo; de acordo com as estatísticas, existem 521 pontos interditados na manhã desta sexta-feira (25) em 25 estados
Balanço divulgado pela Associação Brasileiros dos Caminhoneiros apontou um aumento na quantidade de interdições em rodovias pelo movimento de paralisação dos caminhoneiros no dia seguinte ao acordo firmado pelo governo; de acordo com as estatísticas, existem 521 pontos interditados na manhã desta sexta-feira (25) em 25 estados (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Balanço divulgado pela Associação Brasileiros dos Caminhoneiros apontou um aumento na quantidade de interdições em rodovias pelo movimento de paralisação dos caminhoneiros no dia seguinte ao acordo firmado pelo governo, o que aconteceu na noite desta quinta-feira (24). De acordo com as estatísticas, existem 521 pontos interditados na manhã desta sexta-feira (25) em 25 estados. 

No fim da manhã de quinta, eram 402 pontos interditados em 23 Estados. Somente Amazonas e Amapá não têm interdições nesta manhã desta sexta-feira (25).

O maior número de trechos interditador está em grandes estados produtores agrícolas. O Rio Grande do Sul lidera o ranking com 74 pontos interditados. Em seguida, aparecem Paraná (73 pontos), Santa Cataria (54), Minas Gerais (51 pontos), Mato Grosso do Sul (36), Goiás (28) e Mato Grosso (28).

São Paulo tem 15 pontos interditados, Rio de Janeiro tem 14 pontos e o Distrito Federal, sete, informa a Abcam.

O Palácio do Planalto anunciou o acordo na noite desta quinta-feira (24), que prevê, por exemplo, a continuidade da redução de 10% no valor do óleo diesel a preços na refinaria, já praticados pela Petrobras, nos próximos 30 dias, com compensações financeiras da União à estatal. O documento prevê a suspensão da greve por 15 dias.

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