Acusado de suborno, Bumlai estaria quebrado

A usina do pecuarista de Mato Grosso do Sul, João Carlos Bumlai, no município de Dourados, foi afetada diretamente pela política federal de subsídio a gasolina e acumula uma dívida de R$ 1,2 bilhão; amigo de Lula, ele nega acusações do lobista Fernando Baiano de que teria pedido propina de R$ 2 milhões para uma das noras do ex-presidente 

A usina do pecuarista de Mato Grosso do Sul, João Carlos Bumlai, no município de Dourados, foi afetada diretamente pela política federal de subsídio a gasolina e acumula uma dívida de R$ 1,2 bilhão; amigo de Lula, ele nega acusações do lobista Fernando Baiano de que teria pedido propina de R$ 2 milhões para uma das noras do ex-presidente 
A usina do pecuarista de Mato Grosso do Sul, João Carlos Bumlai, no município de Dourados, foi afetada diretamente pela política federal de subsídio a gasolina e acumula uma dívida de R$ 1,2 bilhão; amigo de Lula, ele nega acusações do lobista Fernando Baiano de que teria pedido propina de R$ 2 milhões para uma das noras do ex-presidente  (Foto: Roberta Namour)
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247 - O pecuarista de Mato Grosso do Sul, João Carlos Bumlai, acusado de receber propina no esquema envolvendo a Petrobras, estaria quebrado.

Sua usina de álcool, no município de Dourados, foi afetada diretamente pela política federal de subsídio a gasolina, e acumula uma dívida de R$ 1,2 bilhão.

Em delação premiada, o lobista Fernando Baiano afirmou que o empresário teve envolvimento em casos de suborno, quando lhe pediu R$ 2 milhões para uma das noras do ex-presidente Lula. Os dois negam as acusações.

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