Agenda radical de Bolsonaro é também rejeitada pela população

O ocupante do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, tem sucessivamente dado declarações agressivas contra adversários e até mesmo gente próxima de seu governo, na tentativa de justificar políticas antidemocráticas e antissociais, rejeitadas pela maioria da população. É o que revelam pesquisas do Instituto Datafolha

(Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil)

247 - O ocupante do Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro, tem sucessivamente dado declarações agressivas contra adversários políticos e até mesmo gente próxima de seu governo. 

Nessas declarações, Bolsonaro tenta justificar sua agenda radical antidemocrática e antissocial, com base em informações falsas. 

Em reportagem publicada nesta segunda-feira (5) na Folha de S.Paulo, baseada em pesquisas do Datafolha, a jornalista Flávia Faria faz um levantamento sobre diversos episódios envolvendo essas declarações de Bolsonaro e demonstra  que a maioria da população rejeita sua agenda radical.   

Mais de dois terços da população, segundo esses levantamentos, desaprovam as políticas de Bolsonaro.   

De acordo com o Datafolha, cerca de dois terços dos brasileiros têm opinião diferente de Bolsonaro sobre o golpe de 1964, que implantou uma ditadura militar no país, a demarcação de terras indígenas e a política ambiental.  

Em 2016, durante uma entrevista à rádio Jovem Pan, Bolsonaro disse que “O erro da ditadura foi torturar e não matar”. Para 57% da população, a data em que foi feito o golpe militar - 31 de março - não deve ser comemorada como defende Bolsonaro - mas desprezada.   

Ainda segundo o Datafolha, 59% da população discorda da opinião de Bolsonaro de que a política ambiental atrapalha o desenvolvimento do Brasil.   

Sobre a demarcação de terras indígenas, 60% discordam da opinião de Bolsonaro de que o governo deve reduzir as áreas destinadas a reservas indígenas para facilitar a exploração de minério nesses territórios.   

Também na contramão do que Bolsonaro pensa, 66% são contrários à liberação da posse de armas.   

Bolsonaro tem feito juras de amor ao presidente dos Estados Unidos e sua política externa é de total submissão do país a essa superpotência. 66% da população se opõem a essa política.

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