Agente relata como bilhete de Marcelo chamou atenção

Daniel Felipe da Silva contou que presenciou quando, por volta das 10h da última segunda-feira (22), outro agente da PF disse “ter chamado a atenção" um manuscrito de Marcelo Odebrecht; ele destacou o fato do bilhete do presidente da Odebrecht "conter a palavra 'destruir e-mail'”; o policial ressaltou que "o bilhete foi fotocopiado e entregue" aos "vários advogados” que estavam "esperando para falar com Marcelo”, considerando que, em seguida, os mesmos iam falar com o preso

Daniel Felipe da Silva contou que presenciou quando, por volta das 10h da última segunda-feira (22), outro agente da PF disse “ter chamado a atenção" um manuscrito de Marcelo Odebrecht; ele destacou o fato do bilhete do presidente da Odebrecht "conter a palavra 'destruir e-mail'”; o policial ressaltou que "o bilhete foi fotocopiado e entregue" aos "vários advogados” que estavam "esperando para falar com Marcelo”, considerando que, em seguida, os mesmos iam falar com o preso
Daniel Felipe da Silva contou que presenciou quando, por volta das 10h da última segunda-feira (22), outro agente da PF disse “ter chamado a atenção" um manuscrito de Marcelo Odebrecht; ele destacou o fato do bilhete do presidente da Odebrecht "conter a palavra 'destruir e-mail'”; o policial ressaltou que "o bilhete foi fotocopiado e entregue" aos "vários advogados” que estavam "esperando para falar com Marcelo”, considerando que, em seguida, os mesmos iam falar com o preso (Foto: Roberta Namour)

247 – Durante um ‘exame de praxe’ da Polícia Federal, o agente Daniel Felipe da Silva contou que presenciou quando, por volta das 10h da última segunda-feira (22), outro agente disse “ter chamado a atenção" um manuscrito de Marcelo Odebrecht. Ele destacou o fato do bilhete do presidente da Odebrecht "conter a palavra 'destruir e-mail'”.

Segundo o blog de Matheus Leitão, o policial ressaltou que "o bilhete foi fotocopiado e entregue" aos "vários advogados” que estavam "esperando para falar com Marcelo”, “considerando que, em seguida, os mesmos iam falar com o preso.

No bilhete enviado da prisão para seus advogados e apreendido pela Polícia Federal, o empresário usa a expressão "destruir e-mail sondas". Para os investigadores, o pedido se refere a um e-mail de 2011, trocado com outros funcionários da empreiteira, que trata da colocação de sobrepreço de US$ 25 mil por dia em contrato de afretamento e operação de sondas.

A mensagem comprova, segundo a PF, que o executivo tinha conhecimento da prática; documento envolve a empresa Sete Brasil, criada para produzir sondas para o pré-sal (leia aqui).

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