AGU vai recorrer de decisão que suspendeu extinção da Renca

Advocacia Geral da União (AGU) vai recorrer da decisão do juiz da 21ª Vara Federal do Distrito Federal, Rolando Spanholo, que determinou a suspensão dos efeitos decorrentes do decreto presidencial de Michel Temer que extingue a Reserva Nacional do Cobre e seus Associados (Renca), que possui cerca de 47 mil quilômetros quadrados e que fica situada entre o Pará e o Amapá; decisão também anula todos os atos já editados para extinguir a Renca

Advocacia Geral da União (AGU) vai recorrer da decisão do juiz da 21ª Vara Federal do Distrito Federal, Rolando Spanholo, que determinou a suspensão dos efeitos decorrentes do decreto presidencial de Michel Temer que extingue a Reserva Nacional do Cobre e seus Associados (Renca), que possui cerca de 47 mil quilômetros quadrados e que fica situada entre o Pará e o Amapá; decisão também anula todos os atos já editados para extinguir a Renca
Advocacia Geral da União (AGU) vai recorrer da decisão do juiz da 21ª Vara Federal do Distrito Federal, Rolando Spanholo, que determinou a suspensão dos efeitos decorrentes do decreto presidencial de Michel Temer que extingue a Reserva Nacional do Cobre e seus Associados (Renca), que possui cerca de 47 mil quilômetros quadrados e que fica situada entre o Pará e o Amapá; decisão também anula todos os atos já editados para extinguir a Renca (Foto: Paulo Emílio)

247 - A Advocacia Geral da União (AGU) anunciou que irá recorrer da decisão do juiz da 21ª Vara Federal do Distrito Federal, Rolando Spanholo, que determinou a suspensão dos efeitos decorrentes do decreto presidencial de Michel Temer que extingue a Reserva Nacional do Cobre e seus Associados (Renca), que possui cerca de 47 mil quilômetros quadrados e que fica situada entre o Pará e o Amapá. Decisão também anula todos os atos já editados para extinguir a Renca.

A área da Renca – que abriga nove unidades de preservação ambiental e reservas indígenas - foi aberta a mineração por parte de empresas privadas a publicação de um decreto presidencial na semana passada. Decisão provocou forte reação de ambientalistas e do meio artístico, além da sociedade em geral. O Mistério Público Federal (MPF) no Amapá também pediu a suspensão dos efeitos do decreto que extinguiu a reserva.

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