Ajuda de Israel na Amazônia entrega menos que o prometido, repetindo fiasco de Brumadinho

Governo do país asiático prometeu 200 a 300 toneladas de retardantes de incêndio, que seriam comprados junto aos Estados Unidos para serem despejados de aviões em áreas críticas. Entretanto, o país mandou nesta manhã apenas uma delegação de 11 especialistas

Brasil deve abrir escritório de negócios em Jerusalém
Brasil deve abrir escritório de negócios em Jerusalém (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

247 - A ajuda de Israel para combater incêndios na Amazônia será, mais uma vez, abaixo daquilo que foi prometido pelo embaixador Yossi Shelley na quinta-feira passada (26). Ao invés das 200 a 300 toneladas de retardantes de fogo prometidas pelo Governo do país, os israelentes enviaram apenas um "grupo de onze especialistas" que chegou ao Brasil na manhã desta terça-feira (3).

O vexame será repetido, depois que, durante o desastre de Brumadinho, no final de janeiro, Jair Bolsonaro prometeu o uso de tecnologias do Exército israelense na busca por corpos e sobreviventes da tragédia, objetivo que terminou não cumprido e resultou no retorno prematuro das tropas do Governo de extrema-direita de Binyamin Netanyahu.

Os retardantes de fogo seriam comprados dos Estados Unidos e despejados de aviões em zonas de foco de incêndio, para reduzir os danos das queimadas provocadas por fazendeiros e incentivadas indiretamente por Jair Bolsonaro (PSL) e seu ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

A reportagem completa está no jornal Folha de S. Paulo.


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