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Alcolumbre intensifica campanha por reeleição à presidência do Senado

O retorno dos senadores a Brasília na última semana mostrou que já é intensa a campanha de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para permanecer no posto

Presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), conduz sessão. (Foto: Pedro França/Agência Senado)

247 - Embora não admita publicamente querer continuar no comando do Senado por mais dois anos, Davi Alcolumbre articula nos bastidores sua recondução à presidência do Senado. A eleição está prevista para fevereiro de 2021. 

Alcolumbre tenta as vias política e jurídica - articulando-se com os senadores e tentando obter o aval do STF (Supremo Tribunal Federal).

Reportagem do UOL aponta a luta política em torno da presidência do Senado. De um lado estão membros do grupo 'Muda, Senado', formado por cerca de 15 senadores e que tem como principal discurso o combate à corrupção, com elogios ao ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

No entendimento de parte deles, a Constituição Federal prevê mandato dos membros das Mesas Diretoras por dois anos, com proibição de recondução ao mesmo cargo em eleição imediata e subsequente. Segundo essa visão, Alcolumbre não poderia tentar a reeleição.

De outro lado, de maneira geral, estão os governistas, integrantes de partidos do centrão e até mesmo da oposição. Junto a Alcolumbre, eles avaliam se há alguma maneira de se resolver a questão internamente por meio do regimento do Senado.

Se não houver, ao menos 30 senadores já apoiam uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que liberaria uma eventual recondução. Entre eles estão, inclusive, os líderes do governo na Casa e no Congresso, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e Eduardo Gomes (MDB-TO), respectivamente. O governo Bolsonaro vê Alcolumbre como um aliado no Congresso. 

Desde 12 de julho, os dois países estão realizando provocações mútuas. 

Ambas as partes se acusam mutuamente de atacar cidades civis na fronteira e, ao mesmo tempo, negam ter feito isso.

Ambos os países faziam parte da antiga União Sovi[etica e disputam a posse da região de Nagorno-Karabakh. No contexto desta escalada militar, a Rússia exortou a Armênia e o Azerbaijão a mostrarem moderação e aderirem estritamente ao regime de cessar-fogo. Moscou expressou sua disposição de fornecer a assistência necessária para estabilizar a situação na fronteira entre os dois países.