Além de Geddel, Cui Bono mira grandes empresários
Além do ex-ministro Geddel Vieira Lima, a Operação Cui Bono, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (13), também tem como alvo empresários e diretores de empresas ligadas ao setor de frigoríficos, imobiliário e concessionárias de administração de rodovias, além de operadores do mercado financeiro; investigadores cumprem mandados de busca e apreensão no estados da Bahia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal; operação apura esquema de fraudes na liberação de créditos que teria ocorrido por meio da Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2013, época em que Geddel ocupava o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da instituição
247 - Além do ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima, a Operação Cui Bono, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira (13), também tem como alvo empresários e diretores de empresas ligadas ao setor de frigoríficos, imobiliário e concessionárias de administração de rodovias, além de operadores do mercado financeiro. Investigadores cumprem mandados de busca e apreensão no estados da Bahia, Paraná, São Paulo e Distrito Federal.
A Operação Cui Bono foi deflagrada para apurar um suposto esquema de fraudes na liberação de créditos que teria ocorrido por meio da Caixa Econômica Federal entre 2011 e 2013, época em que Geddel ocupava o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da instituição. Além dele, o vice-presidente de Gestão de Ativos e um servidor da CEF também estão sendo investigados.
A Operação Cui Bono é um desdobramento da Operação Catilinárias, realizada de 2015. O esquema investigado foi descoberto a partir do celular do ex-deputado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), outro dos principais operadores de Temer e que foi preso no âmbito da Operação Lava Jato. Cunha está preso em Curitiba e Geddel caiu por tentar usar o cargo para obter vantagens pessoais.
