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Alta dos alimentos deve agravar insegurança alimentar no Brasil

O aumento da carestia de vida, principalmente dos preços dos produtos básicos, coincidindo com a diminuição do auxílio emergencial decidida por Bolsonaro, vai agravar a insegurança alimentar no Brasil

Jair Bolsonaro, arroz e ovos (Foto: REUTERS/Adriano Machado | Reprodução)

247 - A diminuição do auxílio emergencial e a perspectiva do fim desse benefício, somado à alta dos preços dos alimentos vão criar mais dificuldades para as famílias de baixa renda se alimentarem.

Reportagem do G1 indica que inflação dos alimentos deve continuar pelos próximos meses.

"Para quem gasta tudo ou quase tudo que ganha com comida, não há escapatória diante da inflação dos alimentos: é preciso deixar de comer ou substituir comida nutricionalmente boa por ultraprocessados. Se o auxílio emergencial ajudou a evitar que muita gente caísse na pobreza e até mesmo tirou muitos da situação de vulnerabilidade, a perspectiva do fim do benefício associada à alta dos preços dos alimentos formam uma equação perigosa", diz a reportagem.

Em 2014, o Brasil deixou o Mapa da Fome da ONU – que inclui países em que mais de 5% da população se encontra em pobreza extrema, ganhando menos que 1,90 dólar por dia.