Alto Comando do Exército pressiona por ida de Pazuello para a reserva. Ex-ministro resiste, com medo da CPI da Covid

Com medo do novo depoimento na CPI da Covid, general Pazuello não quer sair da ativa, mas prossegue a pressão do Alto Comando do Exército após participação do ex-ministro da Saúde em ato político com Bolsonaro no último domingo

www.brasil247.com - Comandante do Exército, general Paulo Sergio Nogueira de Oliveira, senador Omar Aziz (PSD-AM) e o ex-ministro Eduardo Pazuello
Comandante do Exército, general Paulo Sergio Nogueira de Oliveira, senador Omar Aziz (PSD-AM) e o ex-ministro Eduardo Pazuello (Foto: Divulgação)


247 - O Alto Comando do Exército está pressionando o general Eduardo Pazuello para que ele tome a iniciativa de pedir a transferência da ativa para a reserva. Mas o ex-ministro da Saúde se recua até o momento a ceder. Pazuello está com medo das consequências políticas e jurídicas de um novo depoimento seu na CPI da Covid, onde ele passou a ser o foco principal.

Até o fim da tarde desta terça-feira (25), as conversas de integrantes do Alto Comando do Exército com o general Pazuello foram infrutíferas. 

Reportagem da Folha de S.Paulo informa que Pazuello disse a seus interlocutores que não pretendia pedir a transferência para a reserva.

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Mas a ida do general para a reserva ainda não está descartada, pois prossegue a pressão. Integrantes do Alto Comando do Exército estão de que a participação em um palanque político foi uma transgressão disciplinar, que pode ter consequências negativas ao contaminar o comportamento de escalões inferiores. 

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Pazuello tem três dias úteis para dar explicações formais ao Comando do Exército, que instaurou um procedimento formal para apurar sua conduta. 

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As punições previstas pelo regulamento do Exército advertência, repreensão, prisão ou exclusão dos quadros, de acordo com gravidade e atenuantes do caso. 

A decisão sobre punição é do comandante da Força, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, que é obrigado a agir, a menos que se exponha ao risco de ser enquadrado como transgressor, conforme o regulamento disciplinar do Exército.

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Segundo integrantes do Alto Comando, Pazuello não pode ser mandado compulsoriamente para a reserva. Esse gesto deveria partir dele. 

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