Andrade deve ser chamada para delatar SP e MG

A expectativa é de que no início de 2017 executivos da empreiteira Andrade Gutierrez sejam chamados para falar sobre pontos que não contaram na delação premiada, mas que foram expostos por delatores da Odebrecht, como corrupção em obras em São Paulo, onde a Odebrecht revelou propina ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), o "Santo", e na cidade administrativa de Belo Horizonte, onde Aécio Neves (PSDB) é acusado de fazer parte do esquema

A expectativa é de que no início de 2017 executivos da empreiteira Andrade Gutierrez sejam chamados para falar sobre pontos que não contaram na delação premiada, mas que foram expostos por delatores da Odebrecht, como corrupção em obras em São Paulo, onde a Odebrecht revelou propina ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), o "Santo", e na cidade administrativa de Belo Horizonte, onde Aécio Neves (PSDB) é acusado de fazer parte do esquema
A expectativa é de que no início de 2017 executivos da empreiteira Andrade Gutierrez sejam chamados para falar sobre pontos que não contaram na delação premiada, mas que foram expostos por delatores da Odebrecht, como corrupção em obras em São Paulo, onde a Odebrecht revelou propina ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), o "Santo", e na cidade administrativa de Belo Horizonte, onde Aécio Neves (PSDB) é acusado de fazer parte do esquema (Foto: Gisele Federicce)

247 – Executivos da Andrade Gutierrez terão de fazer recall em seus acordos de delação premiada já firmados com o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Lava Jato.

Isso porque há pontos em seus depoimentos que não foram citados, mas que vieram à tona em delações de executivos da Odebrecht. A expectativa é de que no início de 2017 os executivos da Andrade eles sejam chamados para falar, por exemplo, de corrupção em obras em São Paulo e Minas Gerais.

Em São Paulo, a Odebrecht revelou em sua planilha propina que era repassada ao governador Geraldo Alckmin (PSDB), o "Santo", e na cidade administrativa de Belo Horizonte, o então governador de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) é acusado de fazer parte do esquema.

Com isso, a Andrade teme que o valor da multa imposta à empresa pela força-tarefa, de R$ 1 bilhão, aumente. As informações são da Coluna do Estadão deste domingo 25.

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