André Constantine: 2020 será um ano de bastante justiça e vitórias para a esquerda

Militante dos movimentos Favela Não Se Cala e Parem de Nos Matar está otimista com as reações ao governo Bolsonaro. Em entrevista à TV 247, ele também comenta junho de 2013 e avalia não ter "dúvida nenhuma que essas jornadas foram depois impulsionadas pelo imperialismo norte-americano e ali se deu o início do golpe de 2016"

André Constantine
André Constantine (Foto: Ederson Casartelli)
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247 - André Constantine, membro do movimento Favela Não Se Cala, falou à TV 247 que acredita que 2020 será um ano de muita justiça no Brasil e muitas vitórias para o campo de esquerda.

"Esse ano de 2020 o orixá regente é Xangô, e o machado de Xangô vai descer para fazer justiça mas também para fazer cobrança. Então eu tenho um recado para você, presidente miliciano Jair messias Bolsonaro. Eu tenho muita fé e bastante certeza que vai ser um ano de bastante justiça e bastante vitória para nós que atuamos no campo da esquerda aqui no Brasil", disse.

Sobre as manifestações de 2013, tema que virou polêmica nos últimos dias depois da fala em que o ex-presidente Lula apontou a atuação dos EUA, o que foi criticado por lideranças do PSOL, Constantine opinou: "Eu participei ativamente das jornadas de junho, mas eu não tenho dúvida nenhuma que essas jornadas foram depois impulsionadas pelo imperialismo norte-americano e ali se deu o início do golpe de 2016, como também foi a primavera árabe, para derrubar governos eleitos e acabar com o Estado de direito".

André Constantine complementou ressaltando a importância da criação de mecanismos de escuta da juventude pelo campo progressista da política. "Existia ali (nas manifestações de 2013) uma juventude que queria ser ouvida que queria ter voz. Nós, que fazemos parte dos partidos de esquerda e progressistas, temos que criar ferramentas e mecanismos para dar voz a essa juventude. Temos uma responsabilidade de disputarmos narrativas junto a essa juventude para que a extrema-direita não venha coopta-la. A primeira coisa do trabalho de base é a escuta. A esquerda tem que aprender a ouvir, nós gostamos muito de falar, mas não sentamos para ouvir".

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