Antes de deixar o país, Weintraub indicou olavistas e ligados ao setor privado para conselho de educação

Em uma de suas últimas medidas à frente do MEC, o ex-ministro Abraham Weintraub indicou uma lista com 12 nomes ligados ao setor privado, além de seguidores de Olavo de Carvalho, para integrar o Conselho Nacional de Educação (CNE), ignorando indicações de entidades do setor

Abraham Weintraub.
Abraham Weintraub. (Foto: Carolina Antunes/PR)
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247 - Em uma de suas últimas medidas antes de deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos visando se livrar de uma eventual prisão, o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub indicou uma lista com 12 nomes ligados ao setor privado, além de seguidores do guru do bolsonarismo, Olavo de Carvalho, para integrar o Conselho Nacional de Educação (CNE).

Segundo reportagem do jornal O Globo, Weintraub optou por ignorar nomes indicados por entidades ligadas à educação, como a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). 

De acordo com um decreto de 1999, metade das indicações para o conselho deve ser feita por meio de uma lista encaminhada por entidades ligadas ao setor, cabendo ao ministério definir quais serão as organizações participantes. 

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