Após 4 meses, Bolsonaro já enfrenta greve, protestos e é expulso de Nova York

Ataques do governo Bolsonaro à Educação, por meio de corte de recursos e desrespeito aos educadores, ao conhecimento e à ciência levou às ruas nesta quarta-feira 15, em todos os Estados, estudantes, professores e trabalhadores do setor; há também universidades e escolas públicas e privadas paradas; de Dallas, após ter sido expulso de Nova York, Bolsonaro chama todos de "idiotas", sem ideia das consequências da mobilização popular

Após 4 meses, Bolsonaro já enfrenta greve, protestos e é expulso de Nova York
Após 4 meses, Bolsonaro já enfrenta greve, protestos e é expulso de Nova York

247 - Ataques do governo Bolsonaro à Educação, por meio de corte de recursos e desrespeito contra professores, o conhecimento e a ciência levou às ruas nesta quarta-feira 15, em todos os Estados, estudantes, professores e trabalhadores do setor, após apenas pouco mais de quatro meses de mandato. Há também universidades e escolas públicas e privadas paradas em todo o Brasil.

De Dallas, nos Estados Unidos, após ter sido literalmente expulso de Nova York, Bolsonaro chama os estudantes de "idiotas úteis", que "não têm nada na cabeça", sem ideia das consequências que a mobilização popular pode trazer para o seu mandato.

"É natural, é natural, mas a maioria ali é militante. Se você perguntar a fórmula da água, não sabe, não sabe nada. São uns idiotas úteis que estão sendo usados como massa de manobra de uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais no Brasil", disse Bolsonaro ao ser questionado sobre os atos.

Paralelamente, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, presta esclarecimentos sobre o bloqueio de verbas na Educação no plenário da Câmara, que o convocou com 307 votos a 82 nesta terça-feira 14.

Os próprios integrantes do governo federal admitiram que a declaração de Weintraub sobre a "balbúrdia" nas universidades estimularam a greve.

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