Após ameaça de Bolsonaro, ministros do STF cogitam ceder ao voto impresso

Na quinta-feira, Bolsonaro disse que se não houver voto impresso, não haverá eleição em 2022. Ministros do Supremo pensam em alternativa que prove de uma vez por todas a segurança das urnas eletrônicas

Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF
Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
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247 - Após Jair Bolsonaro ameaçar a democracia brasileira nesta quinta-feira (6) ao dizer que não haverá eleição presidencial em 2022 sem voto impresso, dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ouvidos reservadamente por Daniela Lima, da CNN Brasil, disseram avaliar que o Judiciário precisará enfrentar em "debate às claras" o tema do voto em papel.

O objetivo, segundo os magistrados, seria provar de uma vez por todas a segurança e a lisura do processo eleitoral brasileiro.

Não está descartada a hipótese de acoplar às urnas eletrônicas impressoras que registrem em papel o voto do eleitor, de modo que cada cidadão poderia verificar se a urna computou o voto de maneira correta.

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