Após derrota em comissão, Temer diz que reforma Trabalhista será aprovada em plenário

Após a derrota da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, Michel Temer, que está em viagem oficial à Rússia, disse que a proposta enviada pelo governo sairá vitoriosa em votação no plenário da Casa; "Não é surpresa negativa não, isso é assim mesmo, tem várias fases, varias etapas, e nas etapas você ganha uma, ganha outra, perde outra, o que importa é o plenário. O Brasil vai ganhar no plenário", afirmou; "Está certíssimo no plenário, o governo vai ganhar no plenário", completou; CAS rejeitou por 10 votos a 9 o parecer do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e aprovou um parecer alternativo do senador Paulo Paim (PT-RS)

(Brasília - DF, 18/05/2017) Pronunciamento do Presidente da República, Michel Temer, à imprensa. Foto: Beto Barata/PR
(Brasília - DF, 18/05/2017) Pronunciamento do Presidente da República, Michel Temer, à imprensa. Foto: Beto Barata/PR (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - Após a derrota da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, o presidente Michel Temer disse nesta terça-feira que a proposta enviada pelo governo sairá vitoriosa em votação no plenário da Casa.

Em rápida entrevista em Moscou, onde está em viagem oficial, Temer procurou minimizar a derrota sofrida pela base aliada na CAS e afirmou que caberá ao plenário do Senado tomar a decisão final sobre a reforma, um dos principais pontos da agenda legislativa de Temer.

"Não é surpresa negativa não, isso é assim mesmo, tem várias fases, varias etapas, e nas etapas você ganha uma, ganha outra, perde outra, o que importa é o plenário. O Brasil vai ganhar no plenário", disse Temer a jornalistas, garantindo que a medida será aprovada pelo conjunto dos senadores.

"Está certíssimo no plenário, o governo vai ganhar no plenário."

Mais cedo, a CAS rejeitou por 10 votos a 9 o parecer do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) que havia sido aprovado anteriormente na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa. A CAS aprovou um parecer alternativo do senador Paulo Paim (PT-RS).

A proposta vai agora para a Comissão de Constituição e Justiça do Senado e a decisão final sobre a reforma caberá ao plenário da Casa.

(Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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