Após espalhar mentiras, Bolsonaro é chamado de "moleque" por ministro do STF. Judiciário prepara resposta contundente

O clima no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é tão grave quanto no STF. Os ministros avaliam ser necessário punir Bolsonaro, "inclusive no âmbito eleitoral"

(Foto: Reuters | Agência Brasil)
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247 - As declarações de Jair Bolsonaro durante a live de ontem (29), em que o chefe de governo espalhou uma série de mentiras sobre as urnas eletrônicas e defendeu o voto impresso, foram recebidas da pior maneira possível no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo, o chefe de governo foi chamado de "moleque" por um ministro da Corte, e teve o apoio de outros colegas. 

O clima no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é tão grave quanto no STF. 

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Magistrados da corte eleitoral defendem uma resposta contundente à ameaça golpista, com medidas concretas que resultem em punição pelos sucessivos ataques ao presidente do tribunal, Luís Roberto Barroso, e ao sistema de votação brasileiro. Os ministros avaliam ser necessário punir Bolsonaro, "inclusive no âmbito eleitoral", diz a jornalista. 

"É preciso atuar agora", afirma um dos ministros, para que o país possa realizar as eleições de 2022 dentro da normalidade.

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Até mesmo o presidente do STF, Luiz Fux, que vem tentando dialogar com Bolsonaro, assumiu uma postura mais rígida. O Estadão informa que Fux deve usar o discurso de retomada dos trabalhos do Judiciário, na segunda-feira (2), para "dar uma resposta" às ameaças anti-democráticas de Bolsonaro e do ministro da Defesa, Walter Braga Netto

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