Após incitar fascismo, Alckmin recua e tenta posar de santo

Após afirmar que o PT estava "colhendo o que plantou" em relação ao ataque a tiros contra a caravana do ex-presidente Lula, no Paraná, o governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, recuou e disse, por meio das redes sociais que condena o ataque e cobrou apuração do episódio e a punição dos responsáveis;  "Toda forma de violência tem que ser condenada. É papel das autoridades apurar e punir os tiros contra a caravana do PT", postou

Alckmin participa do Fórum Econômico Mundial, em São Paulo 14/3/2018 REUTERS/Paulo Whitaker
Alckmin participa do Fórum Econômico Mundial, em São Paulo 14/3/2018 REUTERS/Paulo Whitaker (Foto: Paulo Emílio)

247 - Após afirmar que o PT estava "colhendo o que plantou" em relação ao ataque a tiros contra a caravana do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta terça-feira (27), no Paraná, o governador de São Paulo e pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin, recuou e disse, por meio do das redes sociais que condena o ataque e cobrou apuração do episódio e a punição dos responsáveis. "Toda forma de violência tem que ser condenada. É papel das autoridades apurar e punir os tiros contra a caravana do PT", postou Alckmin.

"O país está cansado de divisão e da convocação ao conflito", disse em seguida. Segundo o tucano, o PT sempre buscou "dividir o Brasil, nós contra eles" e que agora é vítima da polarização que ele próprio teria incentivado.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247