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Após polêmica com salário, ministra de Temer diz ser preta, pobre e da periferia

Depois de gerar polêmica ao pedir pra receber R$ 61 mil por mês, acumulando dois salários e ultrapassando o teto do funcionalismo público, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois (PSDB), afirmou ser "preta, pobre e da periferia" em cerimônia nesta segunda-feira com Michel Temer, durante o lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios

Depois de gerar polêmica ao pedir pra receber R$ 61 mil por mês, acumulando dois salários e ultrapassando o teto do funcionalismo público, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois (PSDB), afirmou ser "preta, pobre e da periferia" em cerimônia nesta segunda-feira com Michel Temer, durante o lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios (Foto: Paulo Emílio)

247 - Depois de gerar polêmica em torno do salário que ganha como ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois (PSDB), afirmou ser "preta, pobre e da periferia".

Declaração da ministra foi feita durante a cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios, no Rio, que contará com investimentos totais de R$ 157 milhões.

"Vamos aumentar esses números (de beneficiários de programas sociais) para o Rio de Janeiro e para o Brasil todo também. Sou preta, pobre e da periferia e sei o que é viver longe dos grandes centros", disse a ministra ao lado de Michel Temer.

Luislinda gerou polêmica ao manifestar insatisfação com o salário. Ela ingressou com um pedido ao Planalto para poder receber, além do salário ministra, os vencimentos também como desembargadora aposentada, o que somaria R$ 61 mil mensais, ultrapassando o teto do funcionalismo público, que é de R$ 33,7 mil.

No pedido, ela argumentou que, se ele não fosse atendido, estaria realizando trabalho escravo, por trabalhar sem receber.