Após pressão, PP emplaca no Cade aliado de senador denunciado por corrupção

Após muita pressão, o PP, partido do chamado "centrão e que vem pressionando o governo para conseguir cargos na máquina pública dando em troca apoio político, conseguiu que Michel Temer indicasse Alexandre Cordeiro Macedo para a superintendência-geral do Cade; indicação teria sido uma imposição do presidente do PP, o senador Ciro Nogueira (PI) e do líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), senador foi denunciado em 2016 pela PGR pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato

Após muita pressão, o PP, partido do chamado "centrão e que vem pressionando o governo para conseguir cargos na máquina pública dando em troca apoio político, conseguiu que Michel Temer indicasse Alexandre Cordeiro Macedo para a superintendência-geral do Cade; indicação teria sido uma imposição do presidente do PP, o senador Ciro Nogueira (PI) e do líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), senador foi denunciado em 2016 pela PGR pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato
Após muita pressão, o PP, partido do chamado "centrão e que vem pressionando o governo para conseguir cargos na máquina pública dando em troca apoio político, conseguiu que Michel Temer indicasse Alexandre Cordeiro Macedo para a superintendência-geral do Cade; indicação teria sido uma imposição do presidente do PP, o senador Ciro Nogueira (PI) e do líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), senador foi denunciado em 2016 pela PGR pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato (Foto: Paulo Emílio)

247 - Após muita pressão, o PP, partido da base aliada que integra o chamado "centrão e que vem pressionando o governo para conseguir cargos e espaços na máquina pública dando em troca apoio político, conseguiu que Michel Temer indicasse Alexandre Cordeiro Macedo para a superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A indicação do nome de Marcelo para o cargo teria sido uma imposição do presidente do PP, o senador Ciro Nogueira (PI) e do líder do governo na Câmara, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB).

De acordo com a jornalista Andreia Sadi, da Globonews, a pressão do PP acabou enfraquecendo o ministro da Justiça, Torquato Jardim, que teria indicado Amanda Athayde para o cargo. Para assegurar que Marcello ficaria com a superintendência do Cade, o PP teria ameaçado derrubar o nome dela na sessão de aprovação do indicado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Responsável maior pela indicação, o senador Ciro Nogueira foi denunciado no final do ano passado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava Jato.

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