"Estado é laico, mas as pessoas não", diz Aras ao defender cultos presenciais

No julgamento sobre a liberação de cultos religiosos presenciais durante a pandemia, o procurador-geral defendeu que a fé "também salva vidas"

Augusto Aras
Augusto Aras (Foto: Antonio Augusto/Secom/PGR)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - Durante o julgamento sobre a liberação de cultos religiosos presenciais durante a pandemia, o procurador-geral da República Augusto Aras defendeu que a fé "também salva vidas" e que "o Estado é laico, mas as pessoas não são".

"As pessoas têm o direito de professar sua fé. Direitos e garantias são postos em defesa do cidadão contra o Estado e não em favor do Estado contra cidadãos. A ciência salva vidas, a fé também. Fé e razão, que estão em lados opostos no combate à pandemia, aqui nesse debate, caminham lado a lado em defesa da vida e da dignidade humana, abrangendo a saúde física, mental e espiritual”, afirmou.

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta quarta-feira (7) a ação que trata da liberação de missas e cultos presenciais durante a pandemia. Julgamento acontece menos de uma semana depois do ministro da Corte Kassio Nunes Marques autorizar, de forma monocrática, a realização dos atos religiosos com a presença de fiéis. A TV 247 está transmitindo ao vivo a sessão. 

Inscreva-se na TV 247 e acompanhe a sessão do STF:

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

Cortes 247

WhatsApp Facebook Twitter Email