Aroeira: Bolsonaro como arma de destruição em massa

Membro do Jornalistas pela Democracia, o chargista Aroeira retratou o presidente Jair Bolsonaro como arma de destruição em massa; neste fim de semana, parlamentares da bancada progressista norte-americana escreveram ao secretário de Estado, Mike Pompeo, condenando Donald Trump por ter recebido e feito elogios ao presidente brasileiro

Aroeira: Bolsonaro como arma de destruição em massa
Aroeira: Bolsonaro como arma de destruição em massa (Foto: Aroeira)

247 - Membro do Jornalistas pela Democracia, o chargista Aroeira retratou neste domingo (24) o presidente Jair Bolsonaro como arma de destruição em massa.

E, infelizmente, parece que até parlamentares da bancada progressista norte-americana concordam com o artista. Em carta, eles escreveram ao secretário de Estado, Mike Pompeo, condenando Donald Trump por ter recebido e feito elogios ao presidente brasileiro Jair Bolsonaro que, segundo o documento, "tem uma longa história de discurso de ódio homogêneo, misógino e racista, elogiou a tortura e expressou admiração pela ditadura militar do Brasil".

A carta ressalta que houve aumento na violência e ameaças contra grupos minoritários desde que Jair Bolsonaro venceu as eleições em outubro de 2018, e citou o caso do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), que renunciou a seu terceiro mandato após sofrer ameaças de morte e pediu asilo no exterior, além do assassinato da vereadora também do PSOL carioca Marielle Franco. "Bolsonaro e seus filhos parecem manter laços com as milícias assassinas no Rio de Janeiro, incluindo os responsáveis pelo assassinato da proeminente afro-brasileira, a política LGBTQ e defensora dos direitos humanos Marielle Franco, há um ano".

Em outro trecho, a carta diz: "Seu governo agora está apoiando uma iniciativa que deve enfraquecer ainda mais a prestação de contas em torno dos assassinatos cometidos pela polícia, que visam desproporcionalmente a juventude afro-brasileira (...) em um momento em que o extremismo da direita está em ascensão em todo o mundo, os Estados Unidos devem defender valores universais como a tolerância e o respeito pelos direitos humanos (...). Em vez de lançar o tapete vermelho para Bolsonaro, os Estados Unidos devem pedir ao presidente do Brasil que respeite os direitos humanos de todos os brasileiros e que respeite os compromissos de seu país em promover proteções ambientais e direitos indígenas sob tratados internacionais".

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