Ativistas, artistas e político negros cobram: parem de nos matar

Mensagens de tristeza e indignação pelo assassinato do jovem Pedro Henrique Gonzaga, morto na tarde de ontem em uma loja da rede de supermercados Extra, no Rio de Janeiro, foram publicadas durante todo o dia; "A gente faz de tudo pra não morrer junto, mas cada vez que um de nós é assassinado a gente morre um pouquinho tbm!", lamentou o cantor e compositor Rico Dalassam

Ativistas, artistas e político negros cobram: parem de nos matar
Ativistas, artistas e político negros cobram: parem de nos matar

247 - Ativistas, políticos e artistas negros protestaram nesta sexta-feira (15) contra o assassinato do jovem Pedro Henrique Gonzaga, morto na tarde de ontem em uma loja da rede de supermercados Extra, no Rio de Janeiro.

Durante o dia, foram postadas milhares de mensagens, fotos e vídeos nas redes sociais usando as hashtags #ACarneMaisBarataDoMercado e #VidasNegrasImportam, esta última em referência a campanha norte-americana contra a violência policial contra negros, #BlackLivesMatter.

"Há 500 anos vidas negras são tratadas simplesmente como números. Há 500 anos somos corpos sem nome, sem história, sem origem, sem família. Até quando vai prevalecer essa lógica colonial racista que nos mata e nos desumaniza?", disse a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ).

"A gente faz de tudo pra não morrer junto, mas cada vez que um de nós é assassinado a gente morre um pouquinho tbm!", lamentou o cantor e compositor Rico Dalassam.

Confira as algumas das mensagens:

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