Atrás de Haddad no segundo turno, Bolsonaro agora ataca PF no caso Adélio

Na primeira entrevista dada pelo presidenciável após o atentado, Bolsonaro muda o foco: critica o relatório da PF que diz que seu agressor agiu sozinho e ignora o fato de ter estagnado nas pesquisas eleitorais

Atrás de Haddad no segundo turno, Bolsonaro agora ataca PF no caso Adélio
Atrás de Haddad no segundo turno, Bolsonaro agora ataca PF no caso Adélio (Foto: Reprodução/Facebook)

247 - Em sua primeira entrevista após o atentado que sofreu no último dia 6, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) passou a atacar a Polícia Federal. Em entrevista à Rádio Jovem Pan, realizada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, candidato chorou e disse ter convicção de que seu agressor, Adélio Bispo de Oliveira, não agiu sozinho. A entrevista foi concedida poucas horas antes da divulgação da pesquisa Ibope, onde Bolsonaro aparece atrás de Fernando Haddad, candidato do PT, nas simulações de segundo turno.

"Não acredito que ele agiu sozinho, ele não é tão inteligente assim. Ele foi para cumprir a missão, me tirando de combate, os três próximos candidatos são todos parecidos", criticando o relatório da PF que diz que o Adélio agiu sozinho no ataque.

Ele ainda defendeu penas mais duras como forma de frear a criminalidade. "Estou vivo por milagre. Quem comete um crime precisa ser punido conforme a lei e sem dar ouvidos para entidades de direitos humanos. Eles falam que preso vive em más condições, mas em más condições estaria a minha família se eu tivesse morrido", disse o candidato.

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