Bandeira de Mello: impeachment é uma palhaçada

Jurista Celso Antônio Bandeira de Mello diz que "não há base jurídica alguma para a abertura do processo": “É uma palhaçada [a abertura do impeachment]. Pelo que tudo indica, e o que a gente vê na imprensa, a razão foi exclusivamente política, sem nenhum embasamento na lei”; segundo ele, mesmo com o processo já aberto, a presidente não corre grandes riscos de cassação: “Seria uma enorme falta de dignidade por parte dos congressistas”

Jurista Celso Antônio Bandeira de Mello diz que "não há base jurídica alguma para a abertura do processo": “É uma palhaçada [a abertura do impeachment]. Pelo que tudo indica, e o que a gente vê na imprensa, a razão foi exclusivamente política, sem nenhum embasamento na lei”; segundo ele, mesmo com o processo já aberto, a presidente não corre grandes riscos de cassação: “Seria uma enorme falta de dignidade por parte dos congressistas”
Jurista Celso Antônio Bandeira de Mello diz que "não há base jurídica alguma para a abertura do processo": “É uma palhaçada [a abertura do impeachment]. Pelo que tudo indica, e o que a gente vê na imprensa, a razão foi exclusivamente política, sem nenhum embasamento na lei”; segundo ele, mesmo com o processo já aberto, a presidente não corre grandes riscos de cassação: “Seria uma enorme falta de dignidade por parte dos congressistas” (Foto: Roberta Namour)
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Jornal do Brasil

O JB conversou com o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello na noite desta quarta feira (2), logo após o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anunciar que abrirá o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Para Bandeira de Mello, “não há base jurídica alguma para a abertura do processo”, se tratando de uma ação tomada unicamente com “objetivos políticos”.

“É uma palhaçada [a abertura do impeachment]. Pelo que tudo indica, e o que a gente vê na imprensa, a razão foi exclusivamente política, sem nenhum embasamento na lei”, afirma o jurista, que concorda que a decisão de Cunha foi consequência do fato de os deputados petistas terem garantido votos a favor da admissibilidade do perecer que pede a abertura do processo de cassação do presidente da Câmara, a ser votada no Conselho de Ética.

Também de acordo com Bandeira de Mello, mesmo com o processo já aberto, a presidente não corre grandes riscos de cassação: “Eu não acredito [na cassação]. Seria uma enorme falta de dignidade por parte dos congressistas”.

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