Barbosa recusou convites de Lula para ir à África

"Eu recusei terminantemente, primeiro porque não era da tradição da casa ministros do Supremo viajar em comitivas com o presidente da República. Segundo, porque eu percebi que aquilo era uma estratégia de marketing para os países africanos", disse o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, num dos trechos da entrevista concedida ao jornalista Roberto D'Avila

www.brasil247.com - "Eu recusei terminantemente, primeiro porque não era da tradição da casa ministros do Supremo viajar em comitivas com o presidente da República. Segundo, porque eu percebi que aquilo era uma estratégia de marketing para os países africanos", disse o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, num dos trechos da entrevista concedida ao jornalista Roberto D'Avila
"Eu recusei terminantemente, primeiro porque não era da tradição da casa ministros do Supremo viajar em comitivas com o presidente da República. Segundo, porque eu percebi que aquilo era uma estratégia de marketing para os países africanos", disse o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, num dos trechos da entrevista concedida ao jornalista Roberto D'Avila (Foto: Leonardo Attuch)


Do Conjur - "Eu jamais permiti que se utilizasse a minha presença aqui como 'desculpa' para o racismo brasileiro." A afirmação é do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa. Em entrevista ao jornalista Roberto D’Avila, do canal GloboNews, que irá ao ar às 0h deste domingo, ele disse que não aceita que afirmem que o motivo de ele estar no STF é racial.

Barbosa conta ter havido vários convites do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva para viagens à África, todos recusados pelo ministro, que os viu como uma estratégia de marketing. "Eu recusei terminantemente, primeiro porque não era da tradição da casa ministros do Supremo viajar em comitivas com o presidente da República. Segundo, porque eu percebi que aquilo era uma estratégia de marketing para os países africanos".

O ministro disse ainda ser duro para mostrar que não concorda com que tudo se resolva "na base da amizade" no país. "O Brasil é um país dos conchavos. E eu não suporto nada disso." Segundo ele, sua forma de reagir não pode ser levada para o lado pessoal.

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