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Além de promover aglomeração de clientes, Hang, sem máscara, lotou auditório com funcionários

"Que fique bem claro de quem é a culpa pela aglomeração da Havan. E antes disso ele promoveu um evento motivacional lotado, sem máscaras, dento da loja para funcionários", apontou o jornalista Bruno Torturra

Além de promover aglomeração de clientes, Hang, sem máscara, lotou auditório com funcionários (Foto: Reprodução)

247 - Vídeos reforçam que a aglomeração durante a inauguração de uma loja da Havan em Belém, no Pará, neste sábado (10), é de responsabilidade do proprietário, o empresário Lucioando Hang.

Imagens mostram as pessoas lotando completamente o estabelecimento. Algumas não usavam máscaras. O local foi fechado pela polícia e o representante foi conduzido à Seccional da Marambaia.

No entanto, segundo o jornalista Bruno torturra, antes da abertura da loja ele promoveu evento com funcionários. 

"Que fique bem claro de quem é a culpa pela aglomeração da Havan. E antes disso ele promoveu um evento motivacional lotado, sem máscaras, dentro da loja para funcionários", apontou o jornalista em sua página nas redes sociais.

David Nemer, pesquisador, etnógrafo e especialista em antropologia da informática, também pels redes sociais lembrou que "a Havan conhece muito bem o poder de mobilização do WhatsApp - em 2018 seu dono foi suspeito de financiar um esquema de disparo em massa".

"Recentemente, percebi uma movimentação no WhatsApp bolsonarista sobre a inauguração da loja em Belém. Será que a mesma tática não foi usada aqui?", indagou.