Belluzzo: “Lula está longe de ser radical. Lula é um mediador”

O economista Luiz Gonzaga Belluzzo avalia que, mesmo diante de uma intensa polarização política, o ex-presidente Lula "está longe de ser um radical"; "O Lula é um mediador, mas a concentração de votos nele representa um repúdio ao retrocesso social deflagrado pela política econômica adotada a partir de 2015. Eu estive um mês no Nordeste no Norte de Minas, e nessas regiões a votação do Lula vai ser maciça", disse Belluzzo

O economista Luiz Gonzaga Belluzzo avalia que, mesmo diante de uma intensa polarização política, o ex-presidente Lula "está longe de ser um radical"; "O Lula é um mediador, mas a concentração de votos nele representa um repúdio ao retrocesso social deflagrado pela política econômica adotada a partir de 2015. Eu estive um mês no Nordeste no Norte de Minas, e nessas regiões a votação do Lula vai ser maciça", disse Belluzzo
O economista Luiz Gonzaga Belluzzo avalia que, mesmo diante de uma intensa polarização política, o ex-presidente Lula "está longe de ser um radical"; "O Lula é um mediador, mas a concentração de votos nele representa um repúdio ao retrocesso social deflagrado pela política econômica adotada a partir de 2015. Eu estive um mês no Nordeste no Norte de Minas, e nessas regiões a votação do Lula vai ser maciça", disse Belluzzo (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Economista e consultor pessoal, Luiz Gonzaga Belluzzo avalia que, mesmo diante de uma intensa polarização política, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "está longe de ser um radical". "O Lula é um mediador, mas a concentração de votos nele representa um repúdio ao retrocesso social deflagrado pela política econômica adotada a partir de 2015. Eu estive um mês no Nordeste no Norte de Minas, e nessas regiões a votação do Lula vai ser maciça", acrescentou.

Segundo o economista, "o maior risco para o clima das eleições é não deixar o Lula concorrer. Isso vai aumentar a virulência do debate nas redes sociais e nas ruas". "Lula já disse que se eleito, vai procurar os adversários. Esse é o Lula. O grande obstáculo é que as opiniões rasas do mercado se tornaram hegemônicas e o transformaram em um inimigo público", disse.

"Eu sei como eles pensam: só naquilo que interessa a eles, em como vai ficar a curva de juros, se o Banco Central vai continuar operando 'swaps' ou não vai. Não tem nenhuma profundidade, é uma coisa rasa e ao mesmo tempo sem nenhuma visão de longo prazo. Quanto à discussão a respeito do desenvolvimento, esquece. Não é maldade, é da natureza deles, se é que o homem tem natureza. O Lula, se ganhar a eleição, vai tentar mediar, é o estilo dele", acrescentou.

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