Bispo diz que ensino religioso em escola pública é um retrocesso

O bispo Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães criticou a decisão do STF de liberar o ensino religioso confessional, ou seja, de uma religião específica, em escolas públicas; Joaquim Mol é  bispo auxiliar de Belo Horizonte e reitor da PUC-Minas; "O desacreditado STF cedeu ao lobby católico. Ensino Religioso (ER) em escola pública só pode ser ensino da religiosidade, da dimensão religiosa, das atitudes e valores condizentes com a religião. O problema é a confessionalidade, na escola pública, com recursos públicos e a possibilidade certa de hegemonia da Igreja Católica, agora, e depois das Igrejas Pentecostais", disse

O bispo Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães criticou a decisão do STF de liberar o ensino religioso confessional, ou seja, de uma religião específica, em escolas públicas; Joaquim Mol é  bispo auxiliar de Belo Horizonte e reitor da PUC-Minas; "O desacreditado STF cedeu ao lobby católico. Ensino Religioso (ER) em escola pública só pode ser ensino da religiosidade, da dimensão religiosa, das atitudes e valores condizentes com a religião. O problema é a confessionalidade, na escola pública, com recursos públicos e a possibilidade certa de hegemonia da Igreja Católica, agora, e depois das Igrejas Pentecostais", disse
O bispo Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães criticou a decisão do STF de liberar o ensino religioso confessional, ou seja, de uma religião específica, em escolas públicas; Joaquim Mol é  bispo auxiliar de Belo Horizonte e reitor da PUC-Minas; "O desacreditado STF cedeu ao lobby católico. Ensino Religioso (ER) em escola pública só pode ser ensino da religiosidade, da dimensão religiosa, das atitudes e valores condizentes com a religião. O problema é a confessionalidade, na escola pública, com recursos públicos e a possibilidade certa de hegemonia da Igreja Católica, agora, e depois das Igrejas Pentecostais", disse (Foto: José Barbacena)

247 - O bispo Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães criticou a decisão do STF de liberar o ensino religioso confessional em escolas públicas.

Com este modelo, o professor (ou qualquer representante de alguma religião) poderá demonstrar sua fé em sala de aula e direcionar o ensino para uma religião específica.

Joaquim Mol é  bispo auxiliar de Belo Horizonte e Reitor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC-Minas.

Confira seu texto postado no Facebook:

Ensino Religioso (ER) em escola pública só pode ser ensino da religiosidade, da dimensão religiosa, das atitudes e valores condizentes com a religião.

O problema é a confessionalidade, na escola pública, com recursos públicos e a possibilidade certa de hegemonia da Igreja Católica, agora, e depois das Igrejas Pentecostais.

A tradição do ER no Brasil, com exceção de alguns lugares e dioceses muito reacionárias e conservadoras é o ER não confessional. O desacreditado STF cedeu ao lobby católico. Os melhores pensadores do ER em escola pública no Brasil não aceitam a confessionalidade e isso, por imposição autoritária de alguns, não foi respeitado.

A decisão é um retrocesso e é obscurantista.

Mas... sigamos. Trabalharei muito para praticar o ER não confessional, trabalhando com os professores.

A confessionalidade da religião é objeto da catequese, na comunidade de fé, na família e, com as devidas adaptações, na escola confessional.
Cada um em seu lugar e todos conversando com todos, escola, família, comunidade, sociedade.

O ER, processo de educação da religiosidade, cumpre uma tarefa e a Catequese, processo de educação da fé, cumpre outra tarefa. Ambas dialogam e se entendem muito bem.

Simples assim!

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