Bittar diz que sítio de Atibaia é dele e que suspeita contra Lula é 'balela'

Defesa de Fernando Bittar, apontado pela Operação Lava Jato como laranja do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo sobre a aquisição do sítio de Atibaia, afirmou ao juiz federal Sérgio Moro que falta justa causa à ação penal, que parte de um pressuposto de que o real proprietário do imóvel não seria ele; segundo ação assinada pelo escritório do advogado Alberto Toron, a suspeita é "com todo respeito, balela"; Defesa também ressalta "verdadeira esquizofrenia" contida na denúncia que afirma que "Lula é o proprietário de fato e possuidor dos Sítios Santa Bárbara e Santa Denise (Sítio Atibaia)" 

Defesa de Fernando Bittar, apontado pela Operação Lava Jato como laranja do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo sobre a aquisição do sítio de Atibaia, afirmou ao juiz federal Sérgio Moro que falta justa causa à ação penal, que parte de um pressuposto de que o real proprietário do imóvel não seria ele; segundo ação assinada pelo escritório do advogado Alberto Toron, a suspeita é "com todo respeito, balela"; Defesa também ressalta "verdadeira esquizofrenia" contida na denúncia que afirma que "Lula é o proprietário de fato e possuidor dos Sítios Santa Bárbara e Santa Denise (Sítio Atibaia)" 
Defesa de Fernando Bittar, apontado pela Operação Lava Jato como laranja do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo sobre a aquisição do sítio de Atibaia, afirmou ao juiz federal Sérgio Moro que falta justa causa à ação penal, que parte de um pressuposto de que o real proprietário do imóvel não seria ele; segundo ação assinada pelo escritório do advogado Alberto Toron, a suspeita é "com todo respeito, balela"; Defesa também ressalta "verdadeira esquizofrenia" contida na denúncia que afirma que "Lula é o proprietário de fato e possuidor dos Sítios Santa Bárbara e Santa Denise (Sítio Atibaia)"  (Foto: Paulo Emílio)

247 - Os advogados de defesa de Fernando Bittar, apontado por procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato como laranja do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo sobre a aquisição do sítio de Atibaia, afirmaram ao juiz federal Sérgio Moro que falta justa causa à ação penal, que parte de um pressuposto de que a o real proprietário do imóvel não seria ele. Segundo o escritório do advogado Alberto Toron, a suspeita é "com todo respeito, balela".

No documento, referente a Defesa prévia entregue a Moro, a defesa sustenta que a origem do dinheiro usado para adquirir o sítio foi rastreado pela Lava Jato. "O fato — documentalmente comprovado — é que Fernando Bittar pagou com dinheiro lícito de sua família, por meio de transações bancárias lícitas, o sítio Santa Bárbara. A propriedade, portanto, é dele", alegam os advogados.

A defesa também destaca que o Ministério Público Federal (MPF) também reconheceu não ser possível comprovar que o imóvel tenha sido comprado por meio de operações ilícitas, como a lavagem de dinheiro.

Defesa também ressalta "verdadeira esquizofrenia" contida na denúncia eu afirma que "Lula é o proprietário de fato e possuidor dos Sítios Santa Bárbara e Santa Denise (Sítio Atibaia)" e que "os procuradores podem bradar sobre o pedalinho, ou das "galinhas da Dona Marisa", porque "nada disso importa", uma vez que as provas atestam que Bittar pagou pela aquisição do local e, portanto, não há problema algum "uso e gozo do local por Lula".

 

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