Boff: intervenção é como colocar esparadrapo em cima de ferida aberta

Para o escritor e teólogo Leonardo Boff, a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro anunciada pelo governo Michel Temer é como “colocar esparadrapo em cima de ferida aberta”;“Falta pensamento estratégico também para as urgências”, acrescentou  

Para o escritor e teólogo Leonardo Boff, a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro anunciada pelo governo Michel Temer é como “colocar esparadrapo em cima de ferida aberta”;“Falta pensamento estratégico também para as urgências”, acrescentou
 
Para o escritor e teólogo Leonardo Boff, a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro anunciada pelo governo Michel Temer é como “colocar esparadrapo em cima de ferida aberta”;“Falta pensamento estratégico também para as urgências”, acrescentou   (Foto: Leonardo Lucena)

247 – O escritor e teólogo Leonardo Boff voltou a criticar a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro anunciada nesta sexta-feira (16) pelo governo Michel Temer.

De acordo com o estudioso, “a intervenção militar nas favelas nunca deu certo. Veja a favela da Maré. Durou 14 meses. Uma jornalista de O Globo acompanhou todo o tempo e concluiu: não mudou nada na vida do povo”.

“É colocar esparadrapo em cima de ferida aberta. Falta pensamento estratégico também para as urgências”, acrescentou.

Com a medida, as Forças Armadas assumirão a responsabilidade do comando das polícias Civil e Militar no estado do Rio até o dia 31 de dezembro de 2018. O interventor federal será o general Walter Souza Braga Netto, comandante do Leste. Ele também assumirá o comando da Secretaria de Administração Penitenciária e do Corpo de Bombeiros.

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