Bolsonarista cotado para assumir a PF já foi acusado de tortura

Cotado por Jair Bolsonaro para, segundo ele “dar uma arejada” no comando da Polícia Federal, o delegado federal e atual secretário de segurança do Distrito Federal, Anderson Gustavo Torres, já respondeu a um processo por tortura. Ao término do processo, que correu entre 2007 e 2018, Torres foi absolvido.

Jair Bolsonaro durante encontro com o Secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Gustavo Torres.
Jair Bolsonaro durante encontro com o Secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Gustavo Torres. (Foto: Carolina Antunes/PR)

247 - Cotado por Jair Bolsonaro para, segundo ele “dar uma arejada” no comando da Polícia Federal, o delegado federal e atual secretário de segurança do Distrito Federal, Anderson Gustavo Torres, já respondeu a um processo por tortura. Segundo reportagem do blog do jornalista Guilherme Amado, ao término do processo, que correu entre 2007 e 2018, Torres foi absolvido. 

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Torres e uma equipe de cinco agentes teriam sequestrado, diante de testemunhas e à luz do dia, dois rapazes suspeitos de furtarem a residência de dois policiais federais. Ele também foi acusado de abrir um inquérito paralelo, embora a competência fosse da Polícia Civil. As investigações da Polícia Militar do DF, contudo, inocentaram os dois jovens.

Segundo a assessoria da Secretaria de Segurança Pública do DF, o processo foi julgado em 2018, "com pedido de absolvição pelo próprio Ministério Público Federal com base na inexistência dos fatos".

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