Bolsonaro dá como certa derrota no Senado sobre Coaf: deve aprovar o que foi votado na Câmara

Bolsonaro disse a sua live semanal no Facebook, nesta quinta-feira (22), que o Senado "deve aprovar o que foi votado na Câmara", dando como certa a derrota e jogando um balde de água fria na bancada do seu partido, o PSL, que ele também criticou: "Alguns ainda acham que têm que ganhar todas"

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247 - O presidente Jair Bolsonaro deu como certa a derrota no Senado na questão do Coaf. Em sua live semanal no Facebook, o presidente comentou a votação na Câmara, em que os deputados devolveram o Coaf para o comando do Ministério da Economia, contrariando o que queria o governo, que era manter no Ministério da Justiça, com Sergio Moro.

"No meu entender, [o Senado] deve aprovar o que foi votado na Câmara, e vamos seguir em pautas mais importantes", declarou o presidente.

Sobre a grita de seu partido, o PSL, que tenta reverter a votação no Senado, Bolsonaro disse que "é uma bancada de parlamentares bastante novos" e que acham que tem que "ganhar todas".

"Alguns ainda acham que têm que ganhar todas. Não dá –a gente vai perder alguma votação, sem problema nenhum. E quem tiver mais votos leva. Agora, nossa bancada não vai atrapalhar votações", afirmou Bolsonaro.

A live contou com a participação do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM), justamente o ministro mais criticado pela bancada do PSL.

Onyz falou sobre o decreto de que flexibilizou o porte de armas. Disse que o governo aumentou o porte de arma para pessoas que moram no campo porque "há javalis matando pessoas e não se pode ligar para a polícia para impedir um ataque".

Bolsonaro endossou a tese dizendo que quem duvidar, bastava pesquisar sobre ataques de javalis no Google.

O novo presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Gilson Machado Neto, participou da live e falou sobre as condições do turismo brasileiro. Ele disse que Bolsonaro pode ser chamado de "presidente do turismo", já que está governando para transformar o turismo brasileiro em uma "política de Estado e não de governo". Sorrindo, Bolsonaro rebatou: "Presidente turista? Mal chegou e já quer ser demitido?".

Recentemente, Bolsnaro disse em entrevista que o Brasil não pode ser país do turismo gay, e em seguida acrescentou: "quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher, fique à vontade".

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